Ocidental, Centro do Rio, Triangulo das Sardinhas, sardinha frita, frango maritimo

O Bar Ocidental e os Frangos Marítimos

Rio de Janeiro: o estilo mudou para sempre a maneira de servir o peixe na cidade do Rio de Janeiro, virando mesmo uma marca da gastronomia carioca: a sardinha aberta, empanada e frita. Justamente em um dos bares do Triângulo o chamado Frango Marítimo foi inventado. O nome, diz-se, foi dado por um freguês, cartunista, que ao observar o peixe aberto e empanado, achou semelhante ao peito da ave e assim desenhou um frango com escamas que definitivamente apelidou o prato. Caiu no gosto do povo.

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Braseiro da Gavea, churrasco na brasa, braseiro, Rio de Janeiro, Praça Santos Dumont

Braseiro da Gávea e as genuínas guarnições cariocas

Rio de Janeiro: Um dos mais célebres braseiros da cidade e representante de peso de uma categoria muito tradicional de restaurante típico carioca, esta casa no charmoso bairro da Gávea exibe filas na porta nos finais de semana. Trata-se de um senhor braseiro, desses que merecem uma salva de palmas. Comida farta e boa, somada a preços justos só poderia mesmo dar em lotação.

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Jobi, Leblon, botequim, comida carioca

As saideiras do Bar Jobi no Leblon

Rio de Janeiro: os preços podiam ser mais baixos, mas o programa continua valendo – antes de tudo pela história da casa. Trata-se de um clássico botequim do Leblon e um dos meus bares prediletos naquele bairro da Zona Sul. Quando finalmente conseguir sentar, as dicas são a carne seca e o pernil. Como entrada, não deixe de provar as empadinhas.

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Rua do Jogo da Bola, Morro da Conceição, armazem, Bar do Sergio, Armazem da Rua do Jogo da Bola

O Armazém do Morro da Conceição

Rio de Janeiro: o Rio é cheio desses cantos escondidos, ambientes preservados arquitetônica e culturalmente, um retrato de um ritmo e um estilo de vida que a cidade deixou de ter ao longo dos anos. São áreas quase sagradas, mas nada é sagrado para o progresso e a máquina econômica. A cidade cresce engolindo tudo e tudo gira. O Morro será tomado pelo asfalto dia sim, dia não. É inevitável.

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