Restaurante Severyna, comida nordestina no bairro de Laranjeiras

Rio de Janeiro: o serviço por vezes pode ser lento e confuso, mas para quem não tem tanta preocupação com o tempo á espera compensa pela boa comida nordestina, farta e a preços realmente interessantes. O forte são as carnes seca e de sol, servidas com os mais variados acompanhamentos e tamanhos.

Barracão do Aconchego, na Feira de São Cristóvão

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O Barracão do Aconchego é um dos muitos restaurantes a servir uma boa e farta comida sertaneja no Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas.

O bolo de carne na Adega do Pimenta

Adega do Pimenta, bolo de carne, comida alemã, Santa Teresa

Rio de Janeiro: o bolo de carne da Adega é diferente dos servidos em outras tradicionais casas alemãs do Rio (que geralmente tem a forma arredondada, em tamanho pequeno). Com o formato de um grande pão de forma, no Pimenta ele é oferecido em fatias deliciosas e supermacias.

Polentinhas fritas com rabada no Bar da Gema

Da Gema, boteco, Andarai, Rio de Janeiro, comida carioca

O Bar da Gema, no Maracanã, nos cativa por seu serviço quase familiar e uma excelente cozinha. Como destaque está a porção de Polentinha com Rabada.

Gato de Botas: o boteco dos mil acepipes em Vila Isabel

Gato de Botas, boteco, Vila Isabel, comida carioca, comida de boteco

O Bar Gato de Botas poderia muito bem ser definido como uma espécie de Adega Pérola da Zona Norte quando nos deparamos com a quantidade de petiscos no balcão.

De volta a Churrascaria Majórica

Churrascaria Majorica, Flamengo, Rio de Janeiro

Entre as minhas pedidas prediletas na Churrascaria Majórica está a fraldinha com batata pastel e a farofa de banana. Não deixem de pedir a linguiça de entrada.

Oásis do Emir: a água de coco gelada e vista linda

Oasis do Emir, Aterro do Flamengo, água de côco

Rio de Janeiro: aqueles que têm a sorte de morar perto ou frequentar o Aterro do Flamengo (um dos mais completos parques cariocas, apesar de merecer uma recauchutada), já conhecem bastante a chamativa figura de Emir Fayad, vendedor que há dezessete anos para sua Kombi na altura do Monumento a Estácio de Sá ofertando uma das águas de coco mais geladas e doces da cidade.

Lulas à Dore da Adega Pérola

Lula a dorê, Adega Pérola, Copacabana, Rio de Janeiro

Rio de Janeiro: um dos meus botequins prediletos no Rio de Janeiro – não a toa merece agora a sétima participação em um texto no Diários Gastromicos – a Adega Pérola é Copacabana na veia, naquilo que tem de mais fascinante: a diversidade de tipos humanos convivendo num mesmo espaço. Nos finais de tarde do tradicional bairro, o espaço deste boteco – fundado por portugueses da Ilha da Madeira – é muito disputado, mas sempre se encontra um banquinho vago nas mesas ou um cantinho para o cotovelo no balcão.

Cabaça do Minho, o boteco do restaurante mais antigo do Rio

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Rio de Janeiro: o Rio Minho já era conhecido no tempo do Império por seu cardápio de frutos do mar. Anexo a casa há o boteco que os clientes chamam de Cabaça do Rio Minho, que oferta durante o almoço um cardápio a preços mais baratos. O longo balcão, com banquinhos fixos e de frente a Perimetral, lota todos os dias da semana. Entre as boas pedidas, um ótimo polvo com arroz a brócolis e coradas.