Bar Léo: comida alemã e chope no Centro de São Paulo

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Conheça o Bar Léo, ícone da boemia paulistana com mais de 80 anos de história. Canapés clássicos, joelho de porco à passarinho, schnitzel e o chope mais cremoso de São Paulo.

Del Mar, boteco espanhol da Rua dos Andradas

Rua dos Andradas, Choperia Del Mar, boteco espanhol

São Paulo: por sua originalidade, despojamento, atendimento, comida boa a preços justos – além do ótimo chope – a Chopperia Del Mar está em minha lista de botequins imperdíveis de São Paulo.

Pequena seleção de experiências gastronômicas pitorescas em São Paulo

Bar do Luiz Fernandes, botequim, Sao Paulo, Mandaqui, bolinho

São Paulo me causa enorme angústia por sua imensidão de possibilidades gastronômicas. A sensação que me dá e a de sempre estar engatinhando, distante de conhecer tudo o que a metrópole oferta de experiências. Mas é tão bom ter sempre algo novo a conhecer e de se surpreender! Em comemoração aos três anos de Diários Gastronômicos (completos em 9 de janeiro de 2013), resolvi publicar meu pequeno guia experiências gastronômicas pitorescas em São Paulo – nascido de anotações que faço em meus cotidianos na cultura do comer. Há mais faltas do que presenças nesta lista. Mas estejam certos de que ela será acrescida, mês a mês, de mais experiências para se curtir a gastronomia de Sampa. Deixo claro que a ordem da lista é por lembrança, sem hierarquia de preferência. Mas está organizada por zonas da cidade de São Paulo.

De volta ao Bar Leo: agora com chopp Brahma de verdade

Bar Leo, São Paulo, botequim tradicional (2)

O Bar Leo foi comprado pelo Bar Brahma, que reabriu o local sem muitas alterações em agosto de 2012 e com a garantia sobre a originalidade do chope.

Bar Leo, botequim clássico de São Paulo

Bar Leo, Sao Paulo, comida de boteco, Centro de SP

São Paulo: a casa foi inaugurada na década de 40 e tem decoração que remete a uma taverna alemã. As refeições típicas da Alemanha foram introduzidas por um ex-dono do estabelecimento, Seu Leopoldo. É por causa deste também que, já sobre o novo comando de Hermes de Rosa – um antigo frequentador que comprou o lugar em 1964 – o botequim ganhou o nome (já então oficializado na boca da clientela) de Leo.