Uri Omma Kimchi, a mercearia coreana que é o templo sagrado do kimchi em São Paulo

Uri Omma Kimchi, restaurante coreano, mercearia coreana, comida coreana, Bom Retiro, São Paulo

A Uri Omma Kimchi, no bairro do Bom Retiro é o que eu chamaria de templo sagrado do kimchi na cidade de São Paulo. Lá é possível provar diferentes versões de kimchi a partir de uma receita guardada há gerações pela famíla a frente do que eles denominam como uma mercearia coreana.

Instituto Chão, economia solidária

Instituto Chão, Vila Madalena

O Instituto Chão conta com uma feira de orgânicos, além mercearia focando produtos orgânicos, naturais e artesanais. A maioria de agricultura familiar e pequenas cooperativas agrícolas.

7 armazéns imperdíveis do Rio

Armazem Cardosão, Laranjeiras, Rio de Janeiro

Rio de Janeiro: outrora comuns e fruto da herança cultural deixada por portugueses e galegos em terras cariocas, as mercearias e armazéns foram desaparecendo das esquinas do Rio de Janeiro após a primeira metade do século XX por conta da concorrência com os supermercados. Nos dias atuais poucos exemplares deste estilo de comércio ainda resistem em algumas partes da metrópole.

Mercado Municipal de Santo Amaro

Mercado Municipal de Santo Amaro, São Paulo

O Mercado Municipal de Santo Amaro possui mais de 25 boxes de produtos variados entre hortifrutis, temperos, embutidos, bebidas, pães, queijos e muito mais.

Armazém Senado, na minha lista de bares históricos essenciais do Rio

Armazém Senado, Rio de Janeiro

O Armazém Senado é um belíssimo botequim carioca e um ponto essencial para quem busca um clima de uma Lapa que aos poucos desaparece.

O Buraco Quente do Botequim do Hugo

Botequim do Hugo, Itaim Bibi, São Paulo, botequim histórico

Botequim do Hugo é um belo e histórico armazém-bar do Itaim Bibi. Serve um ótimo Buraco Quente. O lanche é uma deliciosa junção de pão francês com carne moída.

Mercearia Santo Antônio, na Pompéia

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Inaugurada em 1967, a Mercearia Santo Antônio ainda preserva muito de um tipo de comércio que aos poucos desaparece das grandes cidades.

Botequim do Hugo: um espaço coletivo de memórias

Botequim do Hugo, Itaim Bibi, Sao Paulo (4)

São Paulo: a casa completa 85 anos em 2012 e segue nas mãos de uma mesma família até hoje. Foi aberta em 1927, com nome de Empório Cabral, pelo português Marcelino Cabral, como um armazém típico de venda de produtos a granel e de primeira necessidade, numa região de São Paulo ainda quase rural. Em meados dos anos 80 o estabelecimento passou para as mãos dos netos do fundador, Hugo e Emiliana, que terminaram o processo de metamorfose do armazém para um botequim. Surgiu aí o Botequim do Hugo. Até hoje eles tocam, com esmero, o negócio familiar.

Mercearia São Pedro

Mercearia São Pedro, Vila Madalena, boteco, comida de boteco, botequim tradicional, mercearia

São Paulo: a casa é um misto de mercearia e sebo de livros e virou um ponto de encontro para os apreciadores de literatura e poesia e de cinema (já que no meio da bagunça também há uma locadora de filmes). Servem um pernil de respeito, muito bem temperado e preparado, além de cervejas muito geladas. A Mercearia São Pedro, sem dúvida, é um desses lugares que vale adotar – se você conseguir arrumar um lugar para sentar.

O Armazém do Morro da Conceição

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Rio de Janeiro: o Rio é cheio desses cantos escondidos, ambientes preservados arquitetônica e culturalmente, um retrato de um ritmo e um estilo de vida que a cidade deixou de ter ao longo dos anos. São áreas quase sagradas, mas nada é sagrado para o progresso e a máquina econômica. A cidade cresce engolindo tudo e tudo gira. O Morro será tomado pelo asfalto dia sim, dia não. É inevitável.