Puebla Café
Rio de Janeiro: eu gosto do Puebla Café, na Cobal de Botafogo, principalmente por causa do clima. Mesas sobre o céu aberto, uma ótima seleção musical, iluminação no ponto certo.
Rio de Janeiro: eu gosto do Puebla Café, na Cobal de Botafogo, principalmente por causa do clima. Mesas sobre o céu aberto, uma ótima seleção musical, iluminação no ponto certo.
Rio de Janeiro: paredes internas de tijolos aparentes, caixas e caixas de cerveja encostadas, empilhadas por onde quer que haja espaço. O belo mobiliário, que nos ‘antigamentes’ exibiu os mais diversos produtos e hoje é ocupado de centenas de garrafas. Inclusive uma espécie de altar etílico que cobre a parede dos fundos do ambiente.
Rio de Janeiro: comida bem preparada, barata (a conta saiu R$ 35,00 per capita contando as bebidas. A pimenta paguei por fora) e Heineken de 600ml! Dá para sair feliz do Adriano.
Rio de Janeiro: da Adega do Pimenta saímos meio cambaleantes pelo Largo dos Guimarães, cortando as ruas do aconchegante bairro de Santa Teresa até o Armazém São Thiago, o nosso ponto final. No centenário armazém, voltamos aos litros de Stella Artois. Como se não houvesse comida no mundo para saciar a nossa fome, após tantas salsichas no bar anterior, pedimos uma porção de queijo do reino, seguido de três rodadas da deliciosa polpeta do Gomes.
Rio de Janeiro: um passeio pelos botequins tradicionais do Centro
da Cidade
Rio de Janeiro: Após algumas voltas pela Praça Mauá, subimos a Rua Acre até o famoso Triângulo das Sardinhas
Rio de Janeiro: ficamos na sugestão. Surpresa! Uma bem servida porção de polvo frito, puxado no alho e acompanhado de arroz a brócolis. Estava uma delícia, tão bom que quase levantei da mesa para dar um abraço no garçom. Deu para dividir por dois numa boa, sem ficar na vontade de comer mais polvo.
Rio de Janeiro: devoramos a alheira tão rapidamente que quase não me recordo de ter comido. Como prato principal decidimos pedir um Polvo à Moda (cozido e depois frito, acompanhado de batatas coradas, tomate, pimentão, ovos e cebola).
Rio de Janeiro: com um espaço bem pequeno, e meio escondido atrás de um jornaleiro, o Shirley é um segredo bem guardado pelos moradores do Leme. O charmoso restaurante é uma grande pedida. Não deixem de pedir a fantástica porção de Mexilhões a Vinagrete, além da clássica Sardinha a Escabeche de entrada.
Rio de Janeiro: Assistindo aos jogos da Copa entre dois clássicos de Copa.