Um domingo de sol, multidão e Chefes na Rua, no Minhocão

Chefes na Rua, Choripans do Checho, Checho Gonzales

São Paulo: Virada Cultural de São Paulo 2012 – chefes na Rua. Ano que vem espero ir novamente ao mesmo evento, até porque considero a iniciativa sensacional, mas certamente a produção terá redimensionar suas previsões de público (colocar uns banheiros e umas barraquinhas com cervejinha também não faz mal a ninguém…

A coxinha cremosa do Veloso Bar

Veloso, comida de boteco, Vila Mariana, Sao Paulo, coxinha de frango

São Paulo: célebre bar da Vila Mariana é conhecido principalmente pelas caipifrutas e a coxinha de frango. Ah! A Coxinha. Uma coisa simplesmente maravilhosa e cremosa, uma obrigação para os amantes deste petisco típico brasileiro.

A coxinha do Frangó, no Largo da Matriz de Nossa Senhora do Ó

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São Paulo: são muitos os motivos que fazem desta uma casa imperdível na cidade de São Paulo. A começar pelo próprio lugar onde está localizada, no belo Largo da Matriz de Nossa Senhora do Ó, com seu clima de cidade de interior. Junto a isto, o bar tem um cardápio com cerca de 300 rótulos de cervejas, entre nacionais e importadas. Soma-se, então, a sua coxinha de frango, simplesmente fantástica!

Rong He e o espetáculo do macarrão

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São Paulo: a fama do Rong He passa antes de tudo pela massa, que é preparada na hora, bem aos olhos dos clientes. Estes, encantados, põem-se em frente à grande vitrine defronte a cozinha, donde é possível observar a equipe de chineses da casa com a mão no serviço. Produzindo ali mesmo os bolinhos, o macarrão e outros tipos de iguarias a base da massa fresquinha. Como não poderia deixar de ser, o resultado é uma comida de ótima qualidade. Melhor, por um preço muito ok.

Bar Pirajá, a esquina carioca em São Paulo

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São Paulo: além de um bar que homenageia clássicos botequins da Guanabara, o estabelecimento se tornou um verdadeiro consulado do Rio em Sampa, frequentado por muitos sambistas cariocas e conta com programação de pagodes e sambas. As homenagens também estão presentes no cardápio, com um conjunto de pratos como as Abrideiras, Empada de Camarão e Caldinho de Feijão.

Botequim do Hugo: um espaço coletivo de memórias

Botequim do Hugo, Itaim Bibi, Sao Paulo (4)

São Paulo: a casa completa 85 anos em 2012 e segue nas mãos de uma mesma família até hoje. Foi aberta em 1927, com nome de Empório Cabral, pelo português Marcelino Cabral, como um armazém típico de venda de produtos a granel e de primeira necessidade, numa região de São Paulo ainda quase rural. Em meados dos anos 80 o estabelecimento passou para as mãos dos netos do fundador, Hugo e Emiliana, que terminaram o processo de metamorfose do armazém para um botequim. Surgiu aí o Botequim do Hugo. Até hoje eles tocam, com esmero, o negócio familiar.

Bar Leo, botequim clássico de São Paulo

Bar Leo, Sao Paulo, comida de boteco, Centro de SP

São Paulo: a casa foi inaugurada na década de 40 e tem decoração que remete a uma taverna alemã. As refeições típicas da Alemanha foram introduzidas por um ex-dono do estabelecimento, Seu Leopoldo. É por causa deste também que, já sobre o novo comando de Hermes de Rosa – um antigo frequentador que comprou o lugar em 1964 – o botequim ganhou o nome (já então oficializado na boca da clientela) de Leo.