Le Jazz Brasserie, bistrô aconchegante em Pinheiros
São Paulo: decoração muito bem acertada, com um quê de bistrô aconchegante e elegante, e uma maravilhosa trilha sonora: jazz na veia. O cardápio segue a linha da tradicional comida parisiense.
São Paulo: decoração muito bem acertada, com um quê de bistrô aconchegante e elegante, e uma maravilhosa trilha sonora: jazz na veia. O cardápio segue a linha da tradicional comida parisiense.
Um programa bem legal de São Paulo aos domingos é visitar a Feira do Bixiga e almoçar em uma cantina tradicional da região, como na Cantina Roperto.
São Paulo: é considerado com um dos melhores restaurantes árabes de São Paulo. Foi lá que eu comi – até hoje – o melhor kibe cru da minha vida. A carne desmancha na boca, é macia e de sabor muito leve.
São Paulo: uma boa dica para quem quer fugir do burburinho dos outros bares da Vila Madalena e curtir um fim de tarde mais calmo num boteco família.
Bar do Mario , boteco tradicional no bairro de Pinheiros onde comi a minha primeira refeição em São Paulo, um Filé a Parmegiana.
A Lanchonete Frevo é uma instituição da cidade de São Paulo. Um bar clássico que atrai o mais variado público, de todas as tribos e idades.
São Paulo: a entrada discreta separa o salão de poucas mesas da área da rua arborizada. O lugar é muito simples, sem grandes arranjos decorativos. O especial está no serviço atencioso e educado e principalmente dentro do cardápio: um conjunto de maravilhosas opções, das mais comuns – como os ótimos sashimis – as um pouco mais exóticas, entre elas o polvo Idako, um sushi de foie gras de ajoelhar, entre outras maravilhas.
São Paulo: o restaurante foi inaugurado em 1959 e posteriormente adquirido por um dos garçons, já em 1972, o grego Trassyovoulos Petrakis, mais conhecido como Seu Trasso (se eu tiver escrito o nome errado, me perdoem, mas esse é difícil). Hoje se trata de um dos mais tradicionais restaurantes de São Paulo. A fama é completamente justificada, pois a casa reúne boa cozinha, um ambiente alegre e preços justos.
São Paulo: um mobiliário e ambiente muito bacana, um serviço impecável, um chope de tirar o chapéu, uma batata rústica fantástica e um hambúrguer suculento. Assim é na Lanchonete da cidade.
São Paulo: por onde se olha vê-se linguiças (é claro), mas também muitas fotos, alguns santos, recortes de reportagens sobre a casa e referências a história do Gijo e de seu dono, o Gijo. Luiz Trozzi herdou o pequeno negócio – e o saber fazer dos embutidos – do seu pai nos anos 40. Começou com três sabores de linguiça e aos poucos expandiu o cardápio. Hoje a pequena loja é uma referência na produção artesanal do produto, com uma legião de fãs, muitos deles fiéis a opinião de que se trata das melhores linguiças do mundo. Ainda não conheço todos os embutidos do mundo (estou lentamente no caminho, mas acho que morro antes. Que pena), mas posso dizer que por ali se comercializa exemplares de respeito.