Restaurante Tonel, tasca portuguesa na Chácara Santo Antônio
RESTAURANTE PERMANENTEMENTE FECHADO. TEXTO MANTIDO COMO MEMÓRIA GASTRONÕMICA PAULISTANA.
RESTAURANTE PERMANENTEMENTE FECHADO. TEXTO MANTIDO COMO MEMÓRIA GASTRONÕMICA PAULISTANA.
PERMANENTEMENTE FECHADO. TEXTO MANTIDO COMO MEMÓRIA GASTRONÔMICA PAULISTANA.
La Tartine é um clássico bistrô paulistano aberto em 1996. Os patês de entrada são indispensáveis para início de conversa.
Casquinha crocante, massa muito leve e aquele recheio bem temperado de vento e vapor quente. Realmente uma maravilha!
São Paulo: fundado em 1950 por uma família de origem libanesa, o Almanara é sem duvida uma das mais tradicionais casas de influência árabe de São Paulo. É surpreendente que mesmo tendo crescido e virado rede, a qualidade da comida do grupo se manteve. O endereço original, na República, é por si só um programa.
São Paulo: junto comigo, a esquerda na foto, está o grego Thrassyvoulos Georgios Petrakis. O nome é este mesmo, mas acho que poucos conseguem pronunciar. Talvez por isto este simpático e sorridente senhor seja mais conhecido pelos clientes e amigos como Seu Trasso. Seu Trasso não parece muito preocupado com a crise na Grécia cuidando, feliz, do restaurante Acrópoles – clássica casa do Bom Retiro em São Paulo
Um dos segredos da Esfiharia Effendi é o tempero de influência armênia. O destaque do cardápio fica por conta das deliciosas esfihas abertas.
São Paulo: Izakaya é uma espécie de clube de saquê e shochu (aguardente típico do Japão), que oferta pequenas porções de comida para se beliscar enquanto se bebe. Esta casa da Rua Barão de Iguape não foge a regra: são diversas opções de saquê e aguardentes a base de batata e trigo. Para compensar as doses, solicite uma porção de entradinhas denomidadas Otoshi – que variam de acordo com o dia.
São Paulo: Com um clima e decoração aconchegantes, a Taberna 474 é um destes lugares que dá vontade de esticar o programa indefinidamente de tapas em tapas, seja entre casais ou amigos. Mas é difícil dar conta de tudo o que ofertam. Não cobri nem 10% do cardápio da casa, que se divide entre as comidas “do mar” e “da terra”. Há muito mar e terra ainda para explorar por ali.
Gostaria de poder voltar ao Rota do Acarajé 1 vez ao mês e passar a tarde de sábado comendo uma boa culinária baiana e apreciando diferentes marcas de cerveja.