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Jabuti Frutos do Mar, boteco tradicional na Vila Mariana

São Paulo: o clássico e singelo botequim-restaurante foi inaugurado em 1967 e permanece fiel a seu estilo despojado, sem frescuras. No cardápio, uma série de ótimos acepipes do mar de Polvo a vinagrete, passando por sardinhas, mexilhões e atum, além de pedidas mais exóticas com rã. Tudo muito bem preparado e por um preço bem justo. A casa me conquistou de cara e entrou para minha lista dos prediletos na cidade.

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O sanduíche de pernil do Estadão

São Paulo: o Estadão já está naquela esquina há mais de quarenta anos funcionando 24h por dia. Serve um dos maiores ícones gastronômicos de São Paulo, o famoso sanduíches de pernil. O tradicional, sem queijo, é acompanhado de cebolas e tomates verdes, preparado no pão francês. A cara é de lanchonete, mas o espírito de boteco.

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Boteco Porto Fino, Flamengo

Afinal, qual a diferença entre o boteco e botequim?

Rio de Janeiro: falando um pouco mais sobre o tombamento dos botequins do Rio de Janeiro pela prefeitura, como acabei de dizer, se tratou de um ato para preservar exemplares de botequins e não botecos da cidade. Todos os inclusos na lista merecem estar lá. No entanto, outros não incluídos talvez merecessem mais do que alguns presentes. Faz parte do jogo. Como disse em artigo anterior, o mais importante do ato foi simplesmente jogar luz sobre o tema. Quem sabe outros tombamentos virão, até chegarmos finalmente alguns botecos clássicos que devem ser preservados.

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Cedro do Líbano

O RESTAURANTE CEDRO DO LÍBANO FOI UMA TRADICIONAL CASA DE COMIDA LIBANESA NA REGIÃO DA SAARA, NO RIO DE JANEIRO. INFELIZMENTE FECHOU AS PORTAS. O TEXTO FOI MANTIDO COMO MEMÓRIA DA GASTRONOMIA DO RIO DE JANEIRO

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