São Cristóvão Bar, o museu do futebol na Vila Madalena
São Paulo: casa muito aconchegante, com clima alegre, desses que não dá vontade de sair. Mas isso é só o começo.
São Paulo: casa muito aconchegante, com clima alegre, desses que não dá vontade de sair. Mas isso é só o começo.
Rio de Janeiro: sempre que uma costela cruzava o salão o povo ali presente parecia querer aplaudir. É um prato imponente e muito saboroso. O segredo de sua maciez (desmancha a cada garfada) parece estar no fato de ficar durante horas sob molho de vinho e ervas finas.
O Facca Bar, é um boteco tradicional da cidade de Campinas. Servem um ótimo chope, cremoso e bem tirado e petiscos interessantes.
As carnes de boi, porco e cabrito, depois de marinarem por doze horas num molho de ervas assam por mais cinco no bafo. Legal é ficar beliscando as porções monumentais (o que dá para dois alimentam quatro) enquanto se curte o bom chope da casa.
Uma das melhores pedidas do Bar Brasil, botequim clássico da Lapa, no Rio de Janeiro é o Joelho de Porco
Rio de Janeiro: além dos sandubas, o Cervantes serve um ótimo salpicão de presunto.
O Real Chopp é um dos mais tradicionais botecos de Copacabana, no Rio de Janeiro
O Bar Adonis é um tradicional boteco do bairro de Benfica, no Rio, conhecido pelos pratos de bacalhau
O Flor da Urca é um boteco singelo no bairro da Urca que serve pratos a preços módicos na hora do almoço com um tempero especial. Uma grande pedida é a dobradinha de sábado.
Rio de Janeiro: foi lá que, em 2002, o empresário Antonio Rodrigues deu início a sua jornada de sucesso no mundo dos bares, ao promover um estilo chamado pé-limpo com a reforma da casa – um antigo boteco pé-sujo datado dos anos 50. A marca Belmont ultrapassou os limites do bairro do Flamengo e se tornou uma bem sucedida rede presente em diversas partes da cidade.