Sancho Bar y Tapas

Sancho Bar Y Tapas, comida espanhola, Rua Augusta, São Paulo

O Sancho Bar y Tapas é um tradicional bar de tapas espanhol na Rua Augusta. Adoro o pintxo de ovo frito de codorna sobre fatia de morcilla, por cima de pão.

De volta a Churrascaria Majórica

Churrascaria Majorica, Flamengo, Rio de Janeiro

Entre as minhas pedidas prediletas na Churrascaria Majórica está a fraldinha com batata pastel e a farofa de banana. Não deixem de pedir a linguiça de entrada.

A Casa do Norte do Seu Gabin

Casa Bar Ribeiro, Casa do Norte do Seu Gabin, boteco, Perdizes, bom e barato, comida nordestina, comida sertaneja, comida de boteco

A Casa do Norte do Seu Gabin é um autêntico boteco nordestino na Pompéia que serve ótimos pratos como galinhada, sarapatel, baião de dois entre outras delícias.

Curitiba em três dias – Mercado Municipal

Mercado Municipal de Curitiba

Curitiba: o Mercado Municipal de Curitiba está no atual espaço desde o final dos anos 50 e atualmente passa por uma grande reforma, com ampliação e remodelação do prédio. O projeto incluirá nova praça de alimentação e um setor inteiro só de produtos orgânicos. Não poderia haver melhor lugar na cidade para dar início a uma exploração gastronômica do que lá.

Oásis do Emir: a água de coco gelada e vista linda

Oasis do Emir, Aterro do Flamengo, água de côco

Rio de Janeiro: aqueles que têm a sorte de morar perto ou frequentar o Aterro do Flamengo (um dos mais completos parques cariocas, apesar de merecer uma recauchutada), já conhecem bastante a chamativa figura de Emir Fayad, vendedor que há dezessete anos para sua Kombi na altura do Monumento a Estácio de Sá ofertando uma das águas de coco mais geladas e doces da cidade.

Lulas à Dore da Adega Pérola

Lula a dorê, Adega Pérola, Copacabana, Rio de Janeiro

Rio de Janeiro: um dos meus botequins prediletos no Rio de Janeiro – não a toa merece agora a sétima participação em um texto no Diários Gastromicos – a Adega Pérola é Copacabana na veia, naquilo que tem de mais fascinante: a diversidade de tipos humanos convivendo num mesmo espaço. Nos finais de tarde do tradicional bairro, o espaço deste boteco – fundado por portugueses da Ilha da Madeira – é muito disputado, mas sempre se encontra um banquinho vago nas mesas ou um cantinho para o cotovelo no balcão.