Londres: Kolapata, comida típica de Bangladesh em Whitechapel
Londres: saímos de Brick Lane e fomos mais a leste, já entrando na região de Whitechapel, para almoçar no restaurante Kolapata, de comida típica de Bangladesh.
Londres: saímos de Brick Lane e fomos mais a leste, já entrando na região de Whitechapel, para almoçar no restaurante Kolapata, de comida típica de Bangladesh.
Londres: saímos para ir ao pub Hawley Arms, que ficou conhecido por ser frequentado pela Amy Winehouse. O lugar é bastante animado, mas a música um pouco acima do que considero ideal. Cada pub com seu público. Ficamos no segundo andar na área de fumante, apesar da fina chuva e do frio desafiantes. Dividi com a Muñeca uma half pint da boa Abbot Ale cask (uma velha conhecida minha) e uma pint da pilsner tcheca Budweiser.
Rio de Janeiro: o Plebeu segue atravessando gerações, acumulando histórias e gerando as mais diversas opiniões entre os seus clientes e os seus passantes.
Londres: o mercado localiza-se abaixo de uma linha de trem e depois que foi ‘revelado’ por alguns célebres chefes ingleses como Jamie Oliver, tornou-se o queridinho de todo mundo que é metido a cozinheiro (assim como eu) e, segundo a Time Out, já foi eleito o programa predileto dos londrinos no sábado.
Londres: para almoço dividimos dois pratos, um Rolled Pork Belly, um tradicionalíssimo prato a base de barriga de porco, que eles comem muito por lá, com Apple and Water Cress Salad (salada de agrião com purê de maça) e batata sauté e Lamb Shank With Shallots Mach.
A clássica churrascaria do Flamengo se destaca entre as outras coisas pelo seu ambiente tradicional, pelo serviço e os cortes de carne.
Uma noite de carne de sol e músculo bovino na farofa nesse clássico boteco nordestino de Botafogo
Rio de Janeiro: A Adega do Pimenta é um restaurante alemão muito especial em Santa Teresa.
O fato de ter um braseiro continua sendo positivo e tanto o galeto, quanto a linguiça na brasa são ótimos pedidos.
Rio de Janeiro: desde que tomou para si a missão de tocar o bar no lugar do seu pai, Serginho, dono da casa, transformou o que era apenas um boteco de bairro em um dos botequins mais festejados da cidade atualmente – pela qualidade da comida servida, a cerveja sempre gelada e o ambiente amigável e descontraído.