Sanduíche de Pastrami do Z Deli
São Paulo: eu tenho um problema sério com Sanduíche de Pastrami do local, servido em pão de centeio, com mostarda e picles (R$ 26). Não consigo deixar de pedi-lo sempre que vou lá.
São Paulo: eu tenho um problema sério com Sanduíche de Pastrami do local, servido em pão de centeio, com mostarda e picles (R$ 26). Não consigo deixar de pedi-lo sempre que vou lá.
Dia 09/01/2015 o Diários Gastronômicos completa 5 anos no ar! Parabéns a todos colaboradores da página e obrigado aos leitores que acompanham nossos cotidianos na cultura do comer por todos estes deliciosos anos. Para comemorar a data, o site sofreu uma completa remodelada, com novo layout, mais limpo e direto, com a valorização da leitura dinâmica dos textos, sem deixar de sempre atentar ao cuidado com as imagens publicadas. A intenção é tornar ainda mais claro e agradável a navegação e a pesquisa para os leitores da página.
Rio de Janeiro: sai do Siri com gosto de quero mais e certamente incluirei um retorno mais substancial ao tradicional restaurante em 2015. Está na minha lista de Botequins Imperdíveis do Rio.
ESTABELECIMENTO FECHADO. MANTIDO APENAS COMO MEMÓRIA GASTRONÔMICA PAULISTANA.
O falafel é servido no pão (R$ 22,00) ou no prato (R$ 25,00) com vinagrete de tomate e pepino, picles de berinjela, pepino chucrute regado com uma farta camada de Tahina. A diferença entre o prato e o lanche está apenas no tamanho (no prato vem mais bolinhos). Para quem tem dúvidas em pedir no prato ou não pão, a sugestão é: peça no prato e monte você mesmo o seu sanduíche, curtindo um pouco no pão e um pouco no prato.
O Nova Capela é um clássico da Lapa Carioca, famoso pelos pratos de filé como o à Francesa e Oswaldo Aranha, mas também pelo cabrito.
RESTAURANTE FECHADO. TEXTO MANTIDO APENAS COM REFERÊNCIA E MEMÓRIA GASTRONÔMICA PAULISTANA.
RESTAURANTE FECHADO. TEXTO MANTIDO APENAS COM REFERÊNCIA E MEMÓRIA GASTRONÔMICA
São Paulo: o Ita é um admirável boteco que deveria ser tombado, de cara, por sua arquitetura típica – com seu longo balcão em ziguezague, os banquinhos fixos ‘bunda de fora’ e a parede com azulejos com cruzes de malta. Quando consideramos toda história e os PFs servidos por trás do balcão o restaurante entra em minha lista de ouro de botequins imperdíveis de São Paulo.
Rio de Janeiro: Já me referi aqui no Diários ao fato de que acho o Manolo pouco reverenciado dentro do mundo dos botequins tradicionais do Rio de Janeiro. O bar na esquina da Rua Marquês de Olinda com Rua Bambina é um resistente e interessante exemplar de boteco galego-carioca na cidade.