Guinness das cinco na Asterix Cervejaria
Nada como um lanche das cinco horas, ainda mais quando se trata de uma pint de Guinness.
Nada como um lanche das cinco horas, ainda mais quando se trata de uma pint de Guinness.
Rio de Janeiro: o que dizer de um lugar que serve uma comida honesta, gostosa, por preços justos, tem uma ótima seleção de cachaças e a cerveja vem para a mesa estupidamente gelada? Acho que já contei o resultado de minha passagem por lá. Não há novidade: o Arnaudo agrada, não custa um absurdo e se não é a melhor casa nordestina do Rio, certamente é uma das mais charmosas e simpáticas.
São Paulo: a famosa churrascaria conta com três endereços na cidade de São Paulo e outros espalhados pelo Brasil e EUA. É reconhecida por manter-se fiel ao estilo de preparar carnes gaúcho e serve poucos cortes de carne, sem embromar muito em outros tipos de comida. O negócio lá e a carne e ponto. Destaco a casa pela qualidade que consegue manter em todos os cortes que serve, mas é um programa para quem têm estômago e não para todo dia, pois o rodízio é caro.
A Adega Santiago fica numa simpática casa na Rua Sampaio Vidal. É um bar de tapas com decoração mais rústica e uma dezena de pedidas interessantes no cardápio
Rio de Janeiro: o Sat´s segue mais ou menos o padrão decorativo de todos os galetos. Uma casa bem simples, sem maiores preocupações estéticas e com os típicos banquinhos e balcão. Além de alguns espelhos, onde melhor se bisbilhota o mastigar dos outros (coisa que eu adoro fazer). O público, bom, isso é difícil de definir, pois se trata de Copacabana – dá de tudo por ali.
São Paulo: a fama do Rong He passa antes de tudo pela massa, que é preparada na hora, bem aos olhos dos clientes. Estes, encantados, põem-se em frente à grande vitrine defronte a cozinha, donde é possível observar a equipe de chineses da casa com a mão no serviço. Produzindo ali mesmo os bolinhos, o macarrão e outros tipos de iguarias a base da massa fresquinha. Como não poderia deixar de ser, o resultado é uma comida de ótima qualidade. Melhor, por um preço muito ok.
Rio de janeiro: a qualidade da comida e a fama do lugar são comprovadas pelo grande movimento de pessoas ao longo de toda à tarde, que encostam por ali para umas bocadas. O que importa ali fica atrás da vitrine do balcão: as grandes peças de pernil e tender.
São Paulo: além de um bar que homenageia clássicos botequins da Guanabara, o estabelecimento se tornou um verdadeiro consulado do Rio em Sampa, frequentado por muitos sambistas cariocas e conta com programação de pagodes e sambas. As homenagens também estão presentes no cardápio, com um conjunto de pratos como as Abrideiras, Empada de Camarão e Caldinho de Feijão.
São Paulo: a casa completa 85 anos em 2012 e segue nas mãos de uma mesma família até hoje. Foi aberta em 1927, com nome de Empório Cabral, pelo português Marcelino Cabral, como um armazém típico de venda de produtos a granel e de primeira necessidade, numa região de São Paulo ainda quase rural. Em meados dos anos 80 o estabelecimento passou para as mãos dos netos do fundador, Hugo e Emiliana, que terminaram o processo de metamorfose do armazém para um botequim. Surgiu aí o Botequim do Hugo. Até hoje eles tocam, com esmero, o negócio familiar.
Rio de Janeiro: o estilo mudou para sempre a maneira de servir o peixe na cidade do Rio de Janeiro, virando mesmo uma marca da gastronomia carioca: a sardinha aberta, empanada e frita. Justamente em um dos bares do Triângulo o chamado Frango Marítimo foi inventado. O nome, diz-se, foi dado por um freguês, cartunista, que ao observar o peixe aberto e empanado, achou semelhante ao peito da ave e assim desenhou um frango com escamas que definitivamente apelidou o prato. Caiu no gosto do povo.