Bar Prainha, pé no boteco de frutos do mar
São Paulo: A soma do ambiente de boteco puro sangue com o balcão tentador de acepipes marítimos – me leva, sem dúvida, a colocar o Prainha na lista dos meus botecos prediletos em Sampa.
São Paulo: A soma do ambiente de boteco puro sangue com o balcão tentador de acepipes marítimos – me leva, sem dúvida, a colocar o Prainha na lista dos meus botecos prediletos em Sampa.
O Galeto do Sat´s é um grande braseiro de Copacabana, com pedidas imperdíveis como o galeto de pele crocante, coração de frango, o pão de alho e farova de ovo.
O Ugue’s é um boteco que tem qualidades que vão muito além da boa cumbuca de feijão, como as elogiadas coxinhas de galinha, os Pê-eFes e sanduíches.
O Bar do Luiz Fernandes está no topo da lista entre os dez botecos mais importantes de São Paulo para mim. Um bar com alma e história, além de ótimos bolinhos.
A parada para um almoço nordestino no Bar do Biu é perfeita após um passeio pela feira da Praça Benedito Calixto, em Pinheiros.
O Bar do Plínio é um dos bares mais conhecidos da Zona Norte de Sampa. Atrai clientes de todas as partes da metrópole atrás de seus petiscos e pratos de peixes.
Dos bares japoneses na Liberdade o Izakaya Kintaro é o mais diferente e informal. Talvez por isso mesmo eu tenha imediatamente me apegado ao lugar.
O Bar Gato de Botas poderia muito bem ser definido como uma espécie de Adega Pérola da Zona Norte quando nos deparamos com a quantidade de petiscos no balcão.
A Casa do Norte do Seu Gabin é um autêntico boteco nordestino na Pompéia que serve ótimos pratos como galinhada, sarapatel, baião de dois entre outras delícias.
Rio de Janeiro: um dos meus botequins prediletos no Rio de Janeiro – não a toa merece agora a sétima participação em um texto no Diários Gastromicos – a Adega Pérola é Copacabana na veia, naquilo que tem de mais fascinante: a diversidade de tipos humanos convivendo num mesmo espaço. Nos finais de tarde do tradicional bairro, o espaço deste boteco – fundado por portugueses da Ilha da Madeira – é muito disputado, mas sempre se encontra um banquinho vago nas mesas ou um cantinho para o cotovelo no balcão.