carioca
No Goya Beira do Largo, entre tremoços e jongo
Antigo botequim de esquina, o Goya Beira é um dos mais belos bares do Rio de Janeiro em minha opinião. Fica no charmoso Largo das Neves, em Santa Teresa.
A Costela do Beco no Escondidinho
Rio de Janeiro: Inaugurado em 1947, o Escondidinho oferta um cardápio que vai muito além da costela, servindo outros clássicos como a rabada de terça e o Frango com Quiabo de quinta. Imagino que também sejam bem servidos e bons. Para mim, no entanto, é difícil ir lá e não resistir a Costela de boi.
Galeto 183, clássico restaurante da Rua de Santana
Rio de Janeiro: o Galeto 183 é um lugar de comida boa, barata e farta. São muitas as opções do cardápio como o cozido, o cabrito, o galeto propriamente dito e os as peças de filé mignon. Porém sem dúvida merece destaque o Angu a Baiana – feito a partir da receita do antológico Angu do Gomes. Com clima descontraído, positivamente caótico e movimentado, é um bom programa para almoços durante a semana ou no sábado.
Um chope de outono no Bracarense
Clássico boteco do Leblon, o Bracarense serve um dos melhores chopes da Brahma no Rio. Seu cardápio de bolinhos e a empada são sempre uma boa pedida.
Galeto Sat´s, ótimo braseiro em Copacabana
Rio de Janeiro: o Sat´s segue mais ou menos o padrão decorativo de todos os galetos. Uma casa bem simples, sem maiores preocupações estéticas e com os típicos banquinhos e balcão. Além de alguns espelhos, onde melhor se bisbilhota o mastigar dos outros (coisa que eu adoro fazer). O público, bom, isso é difícil de definir, pois se trata de Copacabana – dá de tudo por ali.
Opus: pernil, tender e outros sanduíches deliciosos
Rio de janeiro: a qualidade da comida e a fama do lugar são comprovadas pelo grande movimento de pessoas ao longo de toda à tarde, que encostam por ali para umas bocadas. O que importa ali fica atrás da vitrine do balcão: as grandes peças de pernil e tender.
Bar Pirajá, a esquina carioca em São Paulo
São Paulo: além de um bar que homenageia clássicos botequins da Guanabara, o estabelecimento se tornou um verdadeiro consulado do Rio em Sampa, frequentado por muitos sambistas cariocas e conta com programação de pagodes e sambas. As homenagens também estão presentes no cardápio, com um conjunto de pratos como as Abrideiras, Empada de Camarão e Caldinho de Feijão.
O Bar Ocidental e os Frangos Marítimos
Rio de Janeiro: o estilo mudou para sempre a maneira de servir o peixe na cidade do Rio de Janeiro, virando mesmo uma marca da gastronomia carioca: a sardinha aberta, empanada e frita. Justamente em um dos bares do Triângulo o chamado Frango Marítimo foi inventado. O nome, diz-se, foi dado por um freguês, cartunista, que ao observar o peixe aberto e empanado, achou semelhante ao peito da ave e assim desenhou um frango com escamas que definitivamente apelidou o prato. Caiu no gosto do povo.
Bar Rebouças, um célebre boteco do Jardim Botânico
Rio de Janeiro: o cardápio carrega a herança e o sotaque português do casal comandante da nau: Gertrude e Alberto da Conceição. Eles são os responsáveis pelas iguarias e o tempero bem acertado do pernil. Também saem da mini cozinha os famosos bolinhos de camarão com catupiry e algumas outras especialidades como coxinha de galinha com osso e tudo.