O Caranguejo, clássico botequim de Copacabana

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Rio de Janeiro: os preços são um pouco mais alto do que deveriam, mas o cardápio reserva algumas pedidas muito boas e deixa brechas para opções mais em conta. Na hora do almoço, por exemplo, os ótimos pratos de peixe alimentam tranquilamente uma família. Vale dar um tempo no pequeno balcão que dá para a Rua Xavier da Silveira e petiscar uma empada ou uma porção de polvo.

Baixo Gago, boteco de boa comida e boa música em Laranjeiras

Baixo Gago, Laranjeiras, Rio de Janeiro

Baixo Gago, boteco de boa comida e boa música em Laranjeiras. Tem clima descontraído, petiscos interessantes e rodas de samba.

Príncipe de Mônaco, frutos do mar fresquíssimos

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Rio de Janeiro: o grande lance da casa é a qualidade e o frescor dos produtos. Quem curte caranguejo, por exemplo, pode selecionar direto de um aquário onde os bichos ainda estão vivos. Em nossa passagem ao menos em duas oportunidades o bar também recebeu uma leva de peixes fresquíssimos – o que quase me levou a optar por partir para uma mesa e pedir um dos pratos do cardápio.

Farofa com Galeto: as saideiras no Galeto Sat´s

Galeto Sats, Copacabana

O Galeto do Sat´s é um grande braseiro de Copacabana, com pedidas imperdíveis como o galeto de pele crocante, coração de frango, o pão de alho e farova de ovo.

La Trattoria, traição em massas e frutos do mar em Copacabana

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Rio de Janeiro: no meio da inflação que toma os valores dos serviços no Rio de assalto, este restaurante simples e bom ainda mantém a faixa de preços de seus pratos, principalmente na hora do almoço, dentro de um patamar aceitável. Oferta algumas opções realmente interessantes de peixes e frutos do mar, além de pratos clássicos e confortáveis como strogonoff, filés de todo tipo, carne assada com purê e por ai vai.

Restaurante Mosteiro, no Centro do Rio de Janeiro

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O Restaurante Mosteiro consegue manter um padrão muito bom em todos os pratos e ao longo dos muitos anos de sua história.

Pequena seleção de experiências gastronômicas pitorescas no Rio de Janeiro

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O grande barato na gastronomia do Rio é aquilo que só o Rio tem: a sua culinária típica. Um misto entre o galego-português, o árabe, o nordestino e de outras culturas como a alemã e a francesa, que foram deixando rastros na cidade, ao longo de sua história. O pitoresco no Rio é o jeito simples e descontraído que o carioca tem para beber e comer. Principalmente a sua cultura de botequim e de balcão – que não encontra parâmetro em outras cidades brasileiras. São as coisas descompromissadas. O chope que é decidido do nada. A parada para jogar conversa fora no boteco da esquina. O beber em pé, onde lugar houver. Em grande parte esta seleção trás um pouco disto, pois é isto que eu gosto de fazer em minha cidade natal. É uma lista para ser atualizada periodicamente, acrescida de mais experiências pitorescas. Deixo claro que a ordem da lista é por lembrança, sem hierarquia de preferência. Mas está organizada por zonas da cidade do Rio de Janeiro.

Gato de Botas: o boteco dos mil acepipes em Vila Isabel

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O Bar Gato de Botas poderia muito bem ser definido como uma espécie de Adega Pérola da Zona Norte quando nos deparamos com a quantidade de petiscos no balcão.

Lulas à Dore da Adega Pérola

Lula a dorê, Adega Pérola, Copacabana, Rio de Janeiro

Rio de Janeiro: um dos meus botequins prediletos no Rio de Janeiro – não a toa merece agora a sétima participação em um texto no Diários Gastromicos – a Adega Pérola é Copacabana na veia, naquilo que tem de mais fascinante: a diversidade de tipos humanos convivendo num mesmo espaço. Nos finais de tarde do tradicional bairro, o espaço deste boteco – fundado por portugueses da Ilha da Madeira – é muito disputado, mas sempre se encontra um banquinho vago nas mesas ou um cantinho para o cotovelo no balcão.

Cabaça do Minho, o boteco do restaurante mais antigo do Rio

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Rio de Janeiro: o Rio Minho já era conhecido no tempo do Império por seu cardápio de frutos do mar. Anexo a casa há o boteco que os clientes chamam de Cabaça do Rio Minho, que oferta durante o almoço um cardápio a preços mais baratos. O longo balcão, com banquinhos fixos e de frente a Perimetral, lota todos os dias da semana. Entre as boas pedidas, um ótimo polvo com arroz a brócolis e coradas.