Pequeno guia dos botequins tombados do Rio de Janeiro
Rio de Janeiro: Roteiro com alguns dos bares incluídos no tombamento de botequins realizado pela Prefeitura do Rio.
Rio de Janeiro: Roteiro com alguns dos bares incluídos no tombamento de botequins realizado pela Prefeitura do Rio.
Rio de Janeiro: de uma maneira ou outra, toda a discussão em cima dos botequins e, também, sobre a típica gastronomia carioca já é fundamental para a preservação desta cultura e já vale mais do que um tombamento oficial.
Rio de Janeiro: o Café Lamas segue sendo o avô de todos os restaurantes cariocas, uma instituição fundamental da cidade e que continua conquistando uma nova geração de fãs, independente de suas paredes espelhadas estarem fora de moda. Por sua fama é de se imaginar que a casa seguirá por ali no bairro do Flamengo por muitos anos.
Rio de Janeiro: Um dos mais célebres braseiros da cidade e representante de peso de uma categoria muito tradicional de restaurante típico carioca, esta casa no charmoso bairro da Gávea exibe filas na porta nos finais de semana. Trata-se de um senhor braseiro, desses que merecem uma salva de palmas. Comida farta e boa, somada a preços justos só poderia mesmo dar em lotação.
Rio de Janeiro: os preços podiam ser mais baixos, mas o programa continua valendo – antes de tudo pela história da casa. Trata-se de um clássico botequim do Leblon e um dos meus bares prediletos naquele bairro da Zona Sul. Quando finalmente conseguir sentar, as dicas são a carne seca e o pernil. Como entrada, não deixe de provar as empadinhas.
Uma rabada de respeito, cerveja super gelada, um samba maneiro, e a simpatia da galera, estes eventos de primeiro dia de domingo tem tudo para bombar.
Rio de Janeiro: o Café e Bar Varnhagen é realmente um boteco especial que reúne ambiente preservado, simpatia dos donos, localização agradável, cerveja gelada e boa cozinha. Vale a visita e vale colocar na lista de prediletos.
Rio de Janeiro: o Rio é cheio desses cantos escondidos, ambientes preservados arquitetônica e culturalmente, um retrato de um ritmo e um estilo de vida que a cidade deixou de ter ao longo dos anos. São áreas quase sagradas, mas nada é sagrado para o progresso e a máquina econômica. A cidade cresce engolindo tudo e tudo gira. O Morro será tomado pelo asfalto dia sim, dia não. É inevitável.
Rio de Janeiro: a casa oferta uma boa cozinha a um preço ainda acessível – ao menos se comparada a outras no mesmo bairro. Há quem diga que a comida de lá deu uma caída e ao contrário os preços que subiram muito. De fato os preços subiram, assim como em toda a cidade do Rio. Ainda acho o Mineiro, porém, um programa menos caro do que outros tantos e o custo / benefício é aceitável. Sim, a comida continua sendo boa, com destaque para o bom feijão da casa e a carne seca – assim ao menos eu pude constatar nesta minha última passada por lá.
O bar, fundado em 1957 por galegos, é famoso principalmente por suas empadas, uma das melhores do Rio de Janeiro.