Dona Felicidade, restaurante português tradicional da Vila Romana
O Dona Felicidade é um tradicional restaurante que serve uma boa comida portuguesa na Vila Romana, num clima super família.
O Dona Felicidade é um tradicional restaurante que serve uma boa comida portuguesa na Vila Romana, num clima super família.
RESTAURANTE PERMANENTEMENTE FECHADO. TEXTO MANTIDO COMO MEMÓRIA GASTRONÕMICA PAULISTANA.
São Paulo: o clássico e singelo botequim-restaurante foi inaugurado em 1967 e permanece fiel a seu estilo despojado, sem frescuras. No cardápio, uma série de ótimos acepipes do mar de Polvo a vinagrete, passando por sardinhas, mexilhões e atum, além de pedidas mais exóticas com rã. Tudo muito bem preparado e por um preço bem justo. A casa me conquistou de cara e entrou para minha lista dos prediletos na cidade.
São Paulo: com estilo tasca-botequim de grife, a casa agrada tanto pelo ambiente quanto pelo cardápio de comidinhas portuguesas. Os preços podem não ser para todos os bolsos, mas não há do que reclamar, pois as opções como bolinhos de bacalhau, alheiras e bacalhau em lascas (entre outros) são muito bem feitos. O serviço é bom e o chope cremoso e leve.
São Paulo: casca impecavelmente crocante, recheio macio, bem equilibrado e de tempero leve, sem o excesso de alho típico da gastronomia carioca. Boa relação entre batata e bacalhau.
Rio de Janeiro: o Café e Bar Varnhagen é realmente um boteco especial que reúne ambiente preservado, simpatia dos donos, localização agradável, cerveja gelada e boa cozinha. Vale a visita e vale colocar na lista de prediletos.
São Paulo: o que poderíamos querer mais? Cerveja geladíssima, ambiente descontraído e animado, bom serviço e pelo visto, boa comida. Assim é o Giba, que nos conquistou já nos primeiros minutos em que ali estivemos.
O Facca Bar, é um boteco tradicional da cidade de Campinas. Servem um ótimo chope, cremoso e bem tirado e petiscos interessantes.
As carnes de boi, porco e cabrito, depois de marinarem por doze horas num molho de ervas assam por mais cinco no bafo. Legal é ficar beliscando as porções monumentais (o que dá para dois alimentam quatro) enquanto se curte o bom chope da casa.
Rio de Janeiro: desde que tomou para si a missão de tocar o bar no lugar do seu pai, Serginho, dono da casa, transformou o que era apenas um boteco de bairro em um dos botequins mais festejados da cidade atualmente – pela qualidade da comida servida, a cerveja sempre gelada e o ambiente amigável e descontraído.