Baixo Gago, boteco de boa comida e boa música em Laranjeiras
Baixo Gago, boteco de boa comida e boa música em Laranjeiras. Tem clima descontraído, petiscos interessantes e rodas de samba.
Baixo Gago, boteco de boa comida e boa música em Laranjeiras. Tem clima descontraído, petiscos interessantes e rodas de samba.
São Paulo: conhecido também por sua deliciosa feijoada de cumbuca, esta casa de clima singelo, descontraído e animado é um fiel representante da classe de botecos puro sangue na capital. Tirei um início de noite de sexta-feira só para conhecer a sua tão falada coxinha – que havia tempo eu queria devorar.
Rio de Janeiro: o grande lance da casa é a qualidade e o frescor dos produtos. Quem curte caranguejo, por exemplo, pode selecionar direto de um aquário onde os bichos ainda estão vivos. Em nossa passagem ao menos em duas oportunidades o bar também recebeu uma leva de peixes fresquíssimos – o que quase me levou a optar por partir para uma mesa e pedir um dos pratos do cardápio.
São Paulo: A soma do ambiente de boteco puro sangue com o balcão tentador de acepipes marítimos – me leva, sem dúvida, a colocar o Prainha na lista dos meus botecos prediletos em Sampa.
São Paulo: o petisco tem formato comprido e é bem rechonchudo. A massa não é pesada e vem sequinha, sequinha. Ou seja: muito bom.
O Bar do Luiz Fernandes está no topo da lista entre os dez botecos mais importantes de São Paulo para mim. Um bar com alma e história, além de ótimos bolinhos.
PERMANENTEMENTE FECHADO. TEXTO MANTIDO COMO MEMÓRICA GASTRONÔMICA CARIOCA.
O grande barato na gastronomia do Rio é aquilo que só o Rio tem: a sua culinária típica. Um misto entre o galego-português, o árabe, o nordestino e de outras culturas como a alemã e a francesa, que foram deixando rastros na cidade, ao longo de sua história. O pitoresco no Rio é o jeito simples e descontraído que o carioca tem para beber e comer. Principalmente a sua cultura de botequim e de balcão – que não encontra parâmetro em outras cidades brasileiras. São as coisas descompromissadas. O chope que é decidido do nada. A parada para jogar conversa fora no boteco da esquina. O beber em pé, onde lugar houver. Em grande parte esta seleção trás um pouco disto, pois é isto que eu gosto de fazer em minha cidade natal. É uma lista para ser atualizada periodicamente, acrescida de mais experiências pitorescas. Deixo claro que a ordem da lista é por lembrança, sem hierarquia de preferência. Mas está organizada por zonas da cidade do Rio de Janeiro.
O Bar Leo foi comprado pelo Bar Brahma, que reabriu o local sem muitas alterações em agosto de 2012 e com a garantia sobre a originalidade do chope.