Jabuti Frutos do Mar, boteco tradicional na Vila Mariana

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São Paulo: o clássico e singelo botequim-restaurante foi inaugurado em 1967 e permanece fiel a seu estilo despojado, sem frescuras. No cardápio, uma série de ótimos acepipes do mar de Polvo a vinagrete, passando por sardinhas, mexilhões e atum, além de pedidas mais exóticas com rã. Tudo muito bem preparado e por um preço bem justo. A casa me conquistou de cara e entrou para minha lista dos prediletos na cidade.

O sanduíche de pernil do Estadão

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São Paulo: o Estadão já está naquela esquina há mais de quarenta anos funcionando 24h por dia. Serve um dos maiores ícones gastronômicos de São Paulo, o famoso sanduíches de pernil. O tradicional, sem queijo, é acompanhado de cebolas e tomates verdes, preparado no pão francês. A cara é de lanchonete, mas o espírito de boteco.

Bar Rebouças, um célebre boteco do Jardim Botânico

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Rio de Janeiro: o cardápio carrega a herança e o sotaque português do casal comandante da nau: Gertrude e Alberto da Conceição. Eles são os responsáveis pelas iguarias e o tempero bem acertado do pernil. Também saem da mini cozinha os famosos bolinhos de camarão com catupiry e algumas outras especialidades como coxinha de galinha com osso e tudo.

Empório Roperto e a Feira do Bixiga

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Um programa bem legal de São Paulo aos domingos é visitar a Feira do Bixiga e almoçar em uma cantina tradicional da região, como na Cantina Roperto.

Vanidog: o cachorro-quente da tradicional Kombi da Vila Madalena

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São Paulo: o pão é esquentado na chapa, depois acrescido de mostarda, molho de carne de e uma salsicha cortada ao meio. Daí vem os complementos: milho, purê de batatas e batata palha. Com os complementos o cachorro volta à chapa do lado do purê, para dourar a massa, que fica com uma casquinha.

Afinal, qual a diferença entre o boteco e botequim?

Boteco Porto Fino, Flamengo

Rio de Janeiro: falando um pouco mais sobre o tombamento dos botequins do Rio de Janeiro pela prefeitura, como acabei de dizer, se tratou de um ato para preservar exemplares de botequins e não botecos da cidade. Todos os inclusos na lista merecem estar lá. No entanto, outros não incluídos talvez merecessem mais do que alguns presentes. Faz parte do jogo. Como disse em artigo anterior, o mais importante do ato foi simplesmente jogar luz sobre o tema. Quem sabe outros tombamentos virão, até chegarmos finalmente alguns botecos clássicos que devem ser preservados.

O Kibe cru do Restaurante Arábia

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São Paulo: é considerado com um dos melhores restaurantes árabes de São Paulo. Foi lá que eu comi – até hoje – o melhor kibe cru da minha vida. A carne desmancha na boca, é macia e de sabor muito leve.

Pastel de bacalhau na Feira da Praça Benedito Calixto

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São Paulo: ponto já tradicional de parada dos frequentadores da simpática Feira da Praça Benedito Calixto, aos sábados, esta barraca serve cerca de uma dezena de sabores de pastel, com a gentileza do comandante Cícero e a sua eficiente equipe – sempre pronta para as horas de maior movimento.

Bar Espírito Santo, o boteco chique com sotaque português do Itaim

São Paulo: com estilo tasca-botequim de grife, a casa agrada tanto pelo ambiente quanto pelo cardápio de comidinhas portuguesas. Os preços podem não ser para todos os bolsos, mas não há do que reclamar, pois as opções como bolinhos de bacalhau, alheiras e bacalhau em lascas (entre outros) são muito bem feitos. O serviço é bom e o chope cremoso e leve.