Box 62 – Sacolão da Bela Vista
Um box de número 62, charmosamente simples, cuja comida saborosa parece nos abraçar.
Um box de número 62, charmosamente simples, cuja comida saborosa parece nos abraçar.
De São Paulo: do Vale do Jequitinhonha a saborosa comida meio baiana, meio mineira
São Paulo: a Casa de Ieda serve – em minha humilde opinião – o melhor Baião de Dois que eu já comi até hoje no eixo Rio-São Paulo. É isso mesmo! Um prato saboroso, com gosto, desses que a gente sabe que é feito com afeto.
Rio de Janeiro: com cardápio enxuto, a casa resgata a comida do sertão explorando receitas caseiras do Nordeste brasileiro.
São Paulo: O Cupim Casqueirado leva um tempero “especial” e é assado por um longo tempo, no qual grande parte da gordura derrete, dando sabor e umedecendo a carne. Depois vai sendo cortado pelas beiradas e servido em lascas crocantes. Daí o Casquerado do nome.
O Bar Tiquim me ganhou por seu clima despretensioso, mas também por seu cardápio de botequices criativo com ótimos bolovos e o ambiente agradável de boteco de bairro.
São Paulo: de tão grande, o Filé à Parmegiana no restaurante da Avenida Pompéia é servido em uma travessa do jeito que o povo gosto, cheio de queijo por cima. Ao final do preparo a travessa ainda vai ao forno “a lenha” (orgulho da casa) para gratinar.
São Paulo: em Sampa os braseiros de bancos fixos não são tão populares como no Rio. Podem imaginar, portanto, como fiquei feliz em encontrar o Galeto Lousã, com seu jeitão singelo de boteco, dentro de uma velha galeria da Rua Barão de Itapetininga.
São Paulo: com ambiente simples, rústico e agradável, o restaurante foca na carne de sol, com um cardápio enxuto e bastante acertado.
São Paulo: da Vila Medeiros para o Mercado de Pinheiros a maravilhosa comida nordestina-paulistana do Mocotó.