Casa de Ieda: comida da Chapada Diamantina, com afeto

São Paulo: a Casa de Ieda serve – em minha humilde opinião – o melhor Baião de Dois que eu já comi até hoje no eixo Rio-São Paulo. É isso mesmo! Um prato saboroso, com gosto, desses que a gente sabe que é feito com afeto.

Santa Fé o Cupim Casqueirado da Avenida Pompéia

Santa Fe cervejaria, São Paulo

São Paulo: O Cupim Casqueirado leva um tempero “especial” e é assado por um longo tempo, no qual grande parte da gordura derrete, dando sabor e umedecendo a carne. Depois vai sendo cortado pelas beiradas e servido em lascas crocantes. Daí o Casquerado do nome.

Os bolovos do Bar Tiquim

Bar Tiquim, boteco, Pompeia

O Bar Tiquim me ganhou por seu clima despretensioso, mas também por seu cardápio de botequices criativo com ótimos bolovos e o ambiente agradável de boteco de bairro.

Filé à Parmegiana gigante do Degas

Degas Pompeia, file a parmegiana

São Paulo: de tão grande, o Filé à Parmegiana no restaurante da Avenida Pompéia é servido em uma travessa do jeito que o povo gosto, cheio de queijo por cima. Ao final do preparo a travessa ainda vai ao forno “a lenha” (orgulho da casa) para gratinar.

Galeto Lousã, na República

Galeto Lousã, churrasco, bairro da República

São Paulo: em Sampa os braseiros de bancos fixos não são tão populares como no Rio. Podem imaginar, portanto, como fiquei feliz em encontrar o Galeto Lousã, com seu jeitão singelo de boteco, dentro de uma velha galeria da Rua Barão de Itapetininga.

Restaurante Jesuíno Brilhante

Jesuino Brilhante, São Paulo, restaurante nordestino

São Paulo: com ambiente simples, rústico e agradável, o restaurante foca na carne de sol, com um cardápio enxuto e bastante acertado.