Bar Kalango, comida sertaneja
Rio de Janeiro: com cardápio enxuto, a casa resgata a comida do sertão explorando receitas caseiras do Nordeste brasileiro.
Rio de Janeiro: com cardápio enxuto, a casa resgata a comida do sertão explorando receitas caseiras do Nordeste brasileiro.
São Paulo: O Cupim Casqueirado leva um tempero “especial” e é assado por um longo tempo, no qual grande parte da gordura derrete, dando sabor e umedecendo a carne. Depois vai sendo cortado pelas beiradas e servido em lascas crocantes. Daí o Casquerado do nome.
O Bar Tiquim me ganhou por seu clima despretensioso, mas também por seu cardápio de botequices criativo com ótimos bolovos e o ambiente agradável de boteco de bairro.
São Paulo: de tão grande, o Filé à Parmegiana no restaurante da Avenida Pompéia é servido em uma travessa do jeito que o povo gosto, cheio de queijo por cima. Ao final do preparo a travessa ainda vai ao forno “a lenha” (orgulho da casa) para gratinar.
São Paulo: em Sampa os braseiros de bancos fixos não são tão populares como no Rio. Podem imaginar, portanto, como fiquei feliz em encontrar o Galeto Lousã, com seu jeitão singelo de boteco, dentro de uma velha galeria da Rua Barão de Itapetininga.
São Paulo: com ambiente simples, rústico e agradável, o restaurante foca na carne de sol, com um cardápio enxuto e bastante acertado.
São Paulo: da Vila Medeiros para o Mercado de Pinheiros a maravilhosa comida nordestina-paulistana do Mocotó.
São Paulo: as 40 torneiras de chope são uma atração por si só, mas os motivos para visitar este bar da Vila Madalena não ficam só nas cervejas.
São Paulo: o nome resume toda a essência do local: lá é a casa da carne de porco em São Paulo, um santuário onde é este animal é tratado de forma sagrada, valorizado em todos os detalhes, preparado – com respeito e esmero – de todas as maneiras possíveis.
Rio de Janeiro: o Galeto Central, para mim, está na lista das casas de galeto fundamentais do Rio. É destas que, se você é um apreciador do estilo, não deve deixar de conhecer.