São Cristóvão Bar, o museu do futebol na Vila Madalena
São Paulo: casa muito aconchegante, com clima alegre, desses que não dá vontade de sair. Mas isso é só o começo.
São Paulo: casa muito aconchegante, com clima alegre, desses que não dá vontade de sair. Mas isso é só o começo.
No fim das contas foi, sem dúvida, o almoço de melhor custo / benefício de toda a viagem. Estou certo ao dizer isto: foram as melhores almôndegas que comi na minha vida.
Piracicaba: o Navegantes nos ofertou uma das melhores refeições de toda a nossa jornada pelo interior de São Paulo.
Rio de Janeiro: sempre que uma costela cruzava o salão o povo ali presente parecia querer aplaudir. É um prato imponente e muito saboroso. O segredo de sua maciez (desmancha a cada garfada) parece estar no fato de ficar durante horas sob molho de vinho e ervas finas.
Buenos Aires: após umas voltas pelo curioso Mercado de las Pulgas de Colegiales, uma parada para comer o meu prato argentino predileto: morcilla.
Portal do Engenho é um restaurante com foco em peixes, bem no Centro de Piracicaba. Uma casa limpa, de decoração simples e sem frescura.
Piracicaba: Como o nome já indica, se trata de uma filial menor do Villa Chope, bar tradicional da cidade, que também não ficava distante do hotel. No entanto, a casa pequena – inaugurada em 2008 – nos pareceu mais aconchegante. Sem dúvida, por lá, o Vilinha tem o seu destaque. A começar pelo ótimo chopp, no nível de algumas boas casas de São Paulo.
Rio de Janeiro: trata-se de uma das poucas casas de comida peruana do Rio. Uma dica é ficar nas ótimas entradas e Piqueos. Não deixem de provar Canchitas com Chinfles, uma variedade de milhos andinos acompanhados ainda de chips de bananas. Entre os piqueos, o interessante Circuito de Cebiches. O restaurante também conta com uma pequena loja onde é possível comprar produtos e artesanato de origem peruana.
O Facca Bar, é um boteco tradicional da cidade de Campinas. Servem um ótimo chope, cremoso e bem tirado e petiscos interessantes.
Campinas: aparentemente estávamos para comer o melhor filé a parmegiana do Brasil. Assim a casa denomina o seu filho. Exageros? Bom, eu não costumo comer muitos files à parmegiana, então não tenho parâmetros de comparação. Eu gostei, satisfez-me, mas está longe de ser exatamente o petisco que eu pediria todo o dia para comer (acabei comendo duas vezes já na primeira semana de viagem). Dado a grande porção, que atendeu os anseios de três homens, os 32 reais cobrados me pareceram justos.