Jabuti Frutos do Mar, boteco tradicional na Vila Mariana

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São Paulo: o clássico e singelo botequim-restaurante foi inaugurado em 1967 e permanece fiel a seu estilo despojado, sem frescuras. No cardápio, uma série de ótimos acepipes do mar de Polvo a vinagrete, passando por sardinhas, mexilhões e atum, além de pedidas mais exóticas com rã. Tudo muito bem preparado e por um preço bem justo. A casa me conquistou de cara e entrou para minha lista dos prediletos na cidade.

Afinal, qual a diferença entre o boteco e botequim?

Boteco Porto Fino, Flamengo

Rio de Janeiro: falando um pouco mais sobre o tombamento dos botequins do Rio de Janeiro pela prefeitura, como acabei de dizer, se tratou de um ato para preservar exemplares de botequins e não botecos da cidade. Todos os inclusos na lista merecem estar lá. No entanto, outros não incluídos talvez merecessem mais do que alguns presentes. Faz parte do jogo. Como disse em artigo anterior, o mais importante do ato foi simplesmente jogar luz sobre o tema. Quem sabe outros tombamentos virão, até chegarmos finalmente alguns botecos clássicos que devem ser preservados.

O tombamento dos botequins cariocas

Salete, botequim, Tijuca, Rio de Janeiro

Rio de Janeiro: de uma maneira ou outra, toda a discussão em cima dos botequins e, também, sobre a típica gastronomia carioca já é fundamental para a preservação desta cultura e já vale mais do que um tombamento oficial.

Restaurante Acrópolis, o grego paulistano

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São Paulo: o restaurante foi inaugurado em 1959 e posteriormente adquirido por um dos garçons, já em 1972, o grego Trassyovoulos Petrakis, mais conhecido como Seu Trasso (se eu tiver escrito o nome errado, me perdoem, mas esse é difícil). Hoje se trata de um dos mais tradicionais restaurantes de São Paulo. A fama é completamente justificada, pois a casa reúne boa cozinha, um ambiente alegre e preços justos.

Bar do Mineiro, da carne seca ao impecável feijão

Bar do Mineiro, Santa Teresa, Rio de Janeiro

Rio de Janeiro: a casa oferta uma boa cozinha a um preço ainda acessível – ao menos se comparada a outras no mesmo bairro. Há quem diga que a comida de lá deu uma caída e ao contrário os preços que subiram muito. De fato os preços subiram, assim como em toda a cidade do Rio. Ainda acho o Mineiro, porém, um programa menos caro do que outros tantos e o custo / benefício é aceitável. Sim, a comida continua sendo boa, com destaque para o bom feijão da casa e a carne seca – assim ao menos eu pude constatar nesta minha última passada por lá.

Chico & Alaíde no Leblon

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Chico & Alaíde: a reunião da boa cozinha de Alaíde e da simpatia de Chico (os ex-Bracarense) só poderia ter como resultado um ótimo botequim. Os carros chefes da casa são os bolinhos e outros salgados criativos como o Tijolinho de Bacalhau e o Choquinho de Camarão ao bastante solicitado Bolinho de Feijoada.