A comida autêntica de Buenos Aires na Cantina Palermo
Comida boa e farta, preços em conta e ambiente alegre, cheio de camisas de futebol penduradas por todos os lados. Assim é a Cantina Palermo, em Buenos Aires
Comida boa e farta, preços em conta e ambiente alegre, cheio de camisas de futebol penduradas por todos os lados. Assim é a Cantina Palermo, em Buenos Aires
O grande barato na gastronomia do Rio é aquilo que só o Rio tem: a sua culinária típica. Um misto entre o galego-português, o árabe, o nordestino e de outras culturas como a alemã e a francesa, que foram deixando rastros na cidade, ao longo de sua história. O pitoresco no Rio é o jeito simples e descontraído que o carioca tem para beber e comer. Principalmente a sua cultura de botequim e de balcão – que não encontra parâmetro em outras cidades brasileiras. São as coisas descompromissadas. O chope que é decidido do nada. A parada para jogar conversa fora no boteco da esquina. O beber em pé, onde lugar houver. Em grande parte esta seleção trás um pouco disto, pois é isto que eu gosto de fazer em minha cidade natal. É uma lista para ser atualizada periodicamente, acrescida de mais experiências pitorescas. Deixo claro que a ordem da lista é por lembrança, sem hierarquia de preferência. Mas está organizada por zonas da cidade do Rio de Janeiro.
Rio de Janeiro: é muito bom quando a gente come exatamente aquilo que nós queríamos comer. Não sei se vocês me entendem. Melhor ainda quando o aquilo está ótimo, sem precisar de correção em uma vírgula sequer. Assim é o Milanesa do Bar Lagoa, um exemplo perfeito de como deve ser um Milanesa.
Rio de Janeiro: os Filés, tanto para os novatos quanto para os veteranos (à Francesa, Oswaldo Aranha, etc.) sempre são uma ótima pedida. No entanto, o cardápio do velho restaurante reserva belos pedidos para quem deseja escapar dos preços salgados (fruto da fama e só – sem desmerecer a qualidade).