Velho Adonis, maravilhoso botequim de Benfica

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Reaberto em 2020, Velho Adonis foi renovado. Foi um acerto manter seu foco na culinária luso-carioca que fez a fama do botequim e muitos dos pratos do cardápio. Quem já conhecia a casa de longa data, no entanto, irá reparar em deliciosas novidades no cardápio.

Pequena seleção de experiências gastronômicas pitorescas no Rio de Janeiro

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O grande barato na gastronomia do Rio é aquilo que só o Rio tem: a sua culinária típica. Um misto entre o galego-português, o árabe, o nordestino e de outras culturas como a alemã e a francesa, que foram deixando rastros na cidade, ao longo de sua história. O pitoresco no Rio é o jeito simples e descontraído que o carioca tem para beber e comer. Principalmente a sua cultura de botequim e de balcão – que não encontra parâmetro em outras cidades brasileiras. São as coisas descompromissadas. O chope que é decidido do nada. A parada para jogar conversa fora no boteco da esquina. O beber em pé, onde lugar houver. Em grande parte esta seleção trás um pouco disto, pois é isto que eu gosto de fazer em minha cidade natal. É uma lista para ser atualizada periodicamente, acrescida de mais experiências pitorescas. Deixo claro que a ordem da lista é por lembrança, sem hierarquia de preferência. Mas está organizada por zonas da cidade do Rio de Janeiro.

Zinho Bier e a famosa costela no bafo de Benfica

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Rio de Janeiro: sempre que uma costela cruzava o salão o povo ali presente parecia querer aplaudir. É um prato imponente e muito saboroso. O segredo de sua maciez (desmancha a cada garfada) parece estar no fato de ficar durante horas sob molho de vinho e ervas finas.