Restaurante Manolo e o Polvo à Provençal

Manolo, Botafogo, botequim, Rio de Janeiro, polvo, polvo com arroz a brocolis, Polvo à Provençal

Rio de Janeiro: Já me referi aqui no Diários ao fato de que acho o Manolo pouco reverenciado dentro do mundo dos botequins tradicionais do Rio de Janeiro. O bar na esquina da Rua Marquês de Olinda com Rua Bambina é um resistente e interessante exemplar de boteco galego-carioca na cidade.

Bar Original, tradição no boteco de Moema

São Paulo: reconhecido por seu excelente chope – sem dúvida um dos melhores de Sampa – o bar de Moema faz um panorama, e homenagem, a pedidas clássicas de botecos de São Paulo (como os Canapés do Léo, Pernil à Estadão e Ponto Chic) e uma espécie de troca de figurinhas com outras casa do mesmo grupo, como o Pirajá, o Botagalo e o Astor. Há muita coisa interessante por ali para pedir.

Adega D´Ouro e melhor Bolinho de Bacalhau do Rio

Adega D´Ouro, Rio de Janeiro, comida carioca, boteco, botequim, bacalhau, bolinho de bacalhau

O tradicional botequim serve o que para mim é a referência máxima em termos de bolinho de bacalhau ao estilo carioca. Está acima do melhor bolinho. Devia ser tombado, colocado no ponto mais alto do altar como objeto de adoração religiosa botequinesca ou no trono como a majestade do mundo dos bolinhos.

Almoço dominical no Pavão Azul

Pavão Azul, boteco, Copacabana, Rio de Janeiro

O Pavão Azul é um destino essencial da típica gastronomia botequinesca do Rio de Janeiro. As pataniscas e arroz de camarão são aguns dos destaques do cardápio.

A gastronomia africana do Biyou’Z

Biyou’Z, Malang, comida africana, comida afro

O Biyou’Z foi fundado pela camaronesa Melanito Biyouha. Faz um panorama dos pratos típicos de países como Angola, Nigéria, Senegal, Gana, Camarões entre outros.