A coxinha cremosa do Veloso Bar

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São Paulo: célebre bar da Vila Mariana é conhecido principalmente pelas caipifrutas e a coxinha de frango. Ah! A Coxinha. Uma coisa simplesmente maravilhosa e cremosa, uma obrigação para os amantes deste petisco típico brasileiro.

Galeto 183, clássico restaurante da Rua de Santana

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Rio de Janeiro: o Galeto 183 é um lugar de comida boa, barata e farta. São muitas as opções do cardápio como o cozido, o cabrito, o galeto propriamente dito e os as peças de filé mignon. Porém sem dúvida merece destaque o Angu a Baiana – feito a partir da receita do antológico Angu do Gomes. Com clima descontraído, positivamente caótico e movimentado, é um bom programa para almoços durante a semana ou no sábado.

Um chope de outono no Bracarense

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Clássico boteco do Leblon, o Bracarense serve um dos melhores chopes da Brahma no Rio. Seu cardápio de bolinhos e a empada são sempre uma boa pedida.

A Juriti, um botequim de bairro no Cambuci

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São Paulo: é um lugar bastante singelo, para os que curtem um astral botequinesco. O cardápio reserva dezena de opções de petiscos de carnes a frutos do mar. Muitos ficam expostos no longo balcão. Um dos carros chefes da casa é a lingüiça calabresa conhecida como Joana D´arc, assada sobre álcool. Com preços módicos, bom atendimento e clima aconchegante, o A Juriti entrou para a minha lista de botecos de ouro da cidade.

O balcão do Elídio Bar, na Mooca

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São Paulo: ao entrar neste clássico botequim do tradicional bairro da Mooca você vai se deparar com um dos mais fantásticos balcões de acepipes da cidade. São dezenas de opções entre embutidos de vários tipos e tamanhos, frutos do mar, queijos, pastas e antepastos de influência italiana como berinjelas, abobrinhas em conserva e salames diversos.

Bar Pirajá, a esquina carioca em São Paulo

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São Paulo: além de um bar que homenageia clássicos botequins da Guanabara, o estabelecimento se tornou um verdadeiro consulado do Rio em Sampa, frequentado por muitos sambistas cariocas e conta com programação de pagodes e sambas. As homenagens também estão presentes no cardápio, com um conjunto de pratos como as Abrideiras, Empada de Camarão e Caldinho de Feijão.

Botequim do Hugo: um espaço coletivo de memórias

Botequim do Hugo, Itaim Bibi, Sao Paulo (4)

São Paulo: a casa completa 85 anos em 2012 e segue nas mãos de uma mesma família até hoje. Foi aberta em 1927, com nome de Empório Cabral, pelo português Marcelino Cabral, como um armazém típico de venda de produtos a granel e de primeira necessidade, numa região de São Paulo ainda quase rural. Em meados dos anos 80 o estabelecimento passou para as mãos dos netos do fundador, Hugo e Emiliana, que terminaram o processo de metamorfose do armazém para um botequim. Surgiu aí o Botequim do Hugo. Até hoje eles tocam, com esmero, o negócio familiar.