No Goya Beira do Largo, entre tremoços e jongo
Antigo botequim de esquina, o Goya Beira é um dos mais belos bares do Rio de Janeiro em minha opinião. Fica no charmoso Largo das Neves, em Santa Teresa.
Antigo botequim de esquina, o Goya Beira é um dos mais belos bares do Rio de Janeiro em minha opinião. Fica no charmoso Largo das Neves, em Santa Teresa.
São Paulo: o autêntico bar prova que em São Paulo ainda é possível encontrar bons botequins numa terra tomada de botecos chiques sem personalidade.
São Paulo: célebre bar da Vila Mariana é conhecido principalmente pelas caipifrutas e a coxinha de frango. Ah! A Coxinha. Uma coisa simplesmente maravilhosa e cremosa, uma obrigação para os amantes deste petisco típico brasileiro.
Rio de Janeiro: o Galeto 183 é um lugar de comida boa, barata e farta. São muitas as opções do cardápio como o cozido, o cabrito, o galeto propriamente dito e os as peças de filé mignon. Porém sem dúvida merece destaque o Angu a Baiana – feito a partir da receita do antológico Angu do Gomes. Com clima descontraído, positivamente caótico e movimentado, é um bom programa para almoços durante a semana ou no sábado.
Clássico boteco do Leblon, o Bracarense serve um dos melhores chopes da Brahma no Rio. Seu cardápio de bolinhos e a empada são sempre uma boa pedida.
O Aperitivos Valadares é um dos mais clássicos e famosos botequins de São Paulo. Fundado nos anos 60 oferta no cardápio um resumo da comida de boteco de Sampa.
São Paulo: é um lugar bastante singelo, para os que curtem um astral botequinesco. O cardápio reserva dezena de opções de petiscos de carnes a frutos do mar. Muitos ficam expostos no longo balcão. Um dos carros chefes da casa é a lingüiça calabresa conhecida como Joana D´arc, assada sobre álcool. Com preços módicos, bom atendimento e clima aconchegante, o A Juriti entrou para a minha lista de botecos de ouro da cidade.
São Paulo: ao entrar neste clássico botequim do tradicional bairro da Mooca você vai se deparar com um dos mais fantásticos balcões de acepipes da cidade. São dezenas de opções entre embutidos de vários tipos e tamanhos, frutos do mar, queijos, pastas e antepastos de influência italiana como berinjelas, abobrinhas em conserva e salames diversos.
São Paulo: além de um bar que homenageia clássicos botequins da Guanabara, o estabelecimento se tornou um verdadeiro consulado do Rio em Sampa, frequentado por muitos sambistas cariocas e conta com programação de pagodes e sambas. As homenagens também estão presentes no cardápio, com um conjunto de pratos como as Abrideiras, Empada de Camarão e Caldinho de Feijão.
São Paulo: a casa completa 85 anos em 2012 e segue nas mãos de uma mesma família até hoje. Foi aberta em 1927, com nome de Empório Cabral, pelo português Marcelino Cabral, como um armazém típico de venda de produtos a granel e de primeira necessidade, numa região de São Paulo ainda quase rural. Em meados dos anos 80 o estabelecimento passou para as mãos dos netos do fundador, Hugo e Emiliana, que terminaram o processo de metamorfose do armazém para um botequim. Surgiu aí o Botequim do Hugo. Até hoje eles tocam, com esmero, o negócio familiar.