Pequeno guia dos botequins tombados do Rio de Janeiro
Rio de Janeiro: Roteiro com alguns dos bares incluídos no tombamento de botequins realizado pela Prefeitura do Rio.
Rio de Janeiro: Roteiro com alguns dos bares incluídos no tombamento de botequins realizado pela Prefeitura do Rio.
Rio de Janeiro: de uma maneira ou outra, toda a discussão em cima dos botequins e, também, sobre a típica gastronomia carioca já é fundamental para a preservação desta cultura e já vale mais do que um tombamento oficial.
São Paulo: uma boa dica para quem quer fugir do burburinho dos outros bares da Vila Madalena e curtir um fim de tarde mais calmo num boteco família.
São Paulo: casca impecavelmente crocante, recheio macio, bem equilibrado e de tempero leve, sem o excesso de alho típico da gastronomia carioca. Boa relação entre batata e bacalhau.
Bar do Mario , boteco tradicional no bairro de Pinheiros onde comi a minha primeira refeição em São Paulo, um Filé a Parmegiana.
A Lanchonete Frevo é uma instituição da cidade de São Paulo. Um bar clássico que atrai o mais variado público, de todas as tribos e idades.
São Paulo: a entrada discreta separa o salão de poucas mesas da área da rua arborizada. O lugar é muito simples, sem grandes arranjos decorativos. O especial está no serviço atencioso e educado e principalmente dentro do cardápio: um conjunto de maravilhosas opções, das mais comuns – como os ótimos sashimis – as um pouco mais exóticas, entre elas o polvo Idako, um sushi de foie gras de ajoelhar, entre outras maravilhas.
São Paulo: o restaurante foi inaugurado em 1959 e posteriormente adquirido por um dos garçons, já em 1972, o grego Trassyovoulos Petrakis, mais conhecido como Seu Trasso (se eu tiver escrito o nome errado, me perdoem, mas esse é difícil). Hoje se trata de um dos mais tradicionais restaurantes de São Paulo. A fama é completamente justificada, pois a casa reúne boa cozinha, um ambiente alegre e preços justos.
Rio de Janeiro: o Café Lamas segue sendo o avô de todos os restaurantes cariocas, uma instituição fundamental da cidade e que continua conquistando uma nova geração de fãs, independente de suas paredes espelhadas estarem fora de moda. Por sua fama é de se imaginar que a casa seguirá por ali no bairro do Flamengo por muitos anos.
São Paulo: por onde se olha vê-se linguiças (é claro), mas também muitas fotos, alguns santos, recortes de reportagens sobre a casa e referências a história do Gijo e de seu dono, o Gijo. Luiz Trozzi herdou o pequeno negócio – e o saber fazer dos embutidos – do seu pai nos anos 40. Começou com três sabores de linguiça e aos poucos expandiu o cardápio. Hoje a pequena loja é uma referência na produção artesanal do produto, com uma legião de fãs, muitos deles fiéis a opinião de que se trata das melhores linguiças do mundo. Ainda não conheço todos os embutidos do mundo (estou lentamente no caminho, mas acho que morro antes. Que pena), mas posso dizer que por ali se comercializa exemplares de respeito.