Arais do Carlinhos Restaurante
São Paulo: o Arais é tão fácil de se gostar, tão simples e tão bacana que só pode ser definido mesmo como uma ideia genial. É um dos grandes sanduíches paulistanos, sem dúvida.
São Paulo: o Arais é tão fácil de se gostar, tão simples e tão bacana que só pode ser definido mesmo como uma ideia genial. É um dos grandes sanduíches paulistanos, sem dúvida.
São Paulo: o restaurante, que por muito tempo era um segredo reservado para a comunidade de imigrantes da cidade, hoje é um dos mais famosos representantes da culinária peruana – com foco principalmente na típica comida limeña – em Sampa
São Paulo: o local é ideal para reunir um grupo de amigos ou a família para um papo animado e muita comilança. O charme está menos em ser um lugar bacaninha e descolado e mais na sua tradição, seu atendimento e, claro, o churrasco preparado no carvão que atrai muitos fiéis.
O Izakaya Matsu serve Teishokus a preços interessantes, com opções tradicionais da culinária Yoshoku. É um dos melhores izakayas do bairro de Pinheiros.
A decoração e o cardápio fazem homenagem aos filmes do Tarantino, a começar pelo próprio nome do local: Big Kahuna, uma referência a algumas obras do diretor.
O Academia da Gula é um boteco de clima descontraído, com cardápio de petiscos e pratos portugueses bem preparados e serviço atencioso.
São Paulo: eu tenho um problema sério com Sanduíche de Pastrami do local, servido em pão de centeio, com mostarda e picles (R$ 26). Não consigo deixar de pedi-lo sempre que vou lá.
O falafel é servido no pão (R$ 22,00) ou no prato (R$ 25,00) com vinagrete de tomate e pepino, picles de berinjela, pepino chucrute regado com uma farta camada de Tahina. A diferença entre o prato e o lanche está apenas no tamanho (no prato vem mais bolinhos). Para quem tem dúvidas em pedir no prato ou não pão, a sugestão é: peça no prato e monte você mesmo o seu sanduíche, curtindo um pouco no pão e um pouco no prato.
São Paulo: o Ita é um admirável boteco que deveria ser tombado, de cara, por sua arquitetura típica – com seu longo balcão em ziguezague, os banquinhos fixos ‘bunda de fora’ e a parede com azulejos com cruzes de malta. Quando consideramos toda história e os PFs servidos por trás do balcão o restaurante entra em minha lista de ouro de botequins imperdíveis de São Paulo.
O tempero do galeto no Brazeiro tem o seu destaque. A pele crocante da ave e a companhia da ótima farofa e do molho de cebola garantem nossa felicidade.