De volta a Churrascaria Majórica

Churrascaria Majorica, Flamengo, Rio de Janeiro

Entre as minhas pedidas prediletas na Churrascaria Majórica está a fraldinha com batata pastel e a farofa de banana. Não deixem de pedir a linguiça de entrada.

Lulas à Dore da Adega Pérola

Lula a dorê, Adega Pérola, Copacabana, Rio de Janeiro

Rio de Janeiro: um dos meus botequins prediletos no Rio de Janeiro – não a toa merece agora a sétima participação em um texto no Diários Gastromicos – a Adega Pérola é Copacabana na veia, naquilo que tem de mais fascinante: a diversidade de tipos humanos convivendo num mesmo espaço. Nos finais de tarde do tradicional bairro, o espaço deste boteco – fundado por portugueses da Ilha da Madeira – é muito disputado, mas sempre se encontra um banquinho vago nas mesas ou um cantinho para o cotovelo no balcão.

Cabaça do Minho, o boteco do restaurante mais antigo do Rio

Rio Minho, Cabaca do Rio Minho, boteco do Rio Minho, comida portuguesa, comida carioca

Rio de Janeiro: o Rio Minho já era conhecido no tempo do Império por seu cardápio de frutos do mar. Anexo a casa há o boteco que os clientes chamam de Cabaça do Rio Minho, que oferta durante o almoço um cardápio a preços mais baratos. O longo balcão, com banquinhos fixos e de frente a Perimetral, lota todos os dias da semana. Entre as boas pedidas, um ótimo polvo com arroz a brócolis e coradas.

Personalidades da gastronomia: Seu Trasso, do Acrópolis

Restaurante Acrópolis, Thrassyvoulos Georgios Petrakis, Seu Trasso

São Paulo: junto comigo, a esquerda na foto, está o grego Thrassyvoulos Georgios Petrakis. O nome é este mesmo, mas acho que poucos conseguem pronunciar. Talvez por isto este simpático e sorridente senhor seja mais conhecido pelos clientes e amigos como Seu Trasso. Seu Trasso não parece muito preocupado com a crise na Grécia cuidando, feliz, do restaurante Acrópoles – clássica casa do Bom Retiro em São Paulo

Izakaya Issa

Izakaya Issa, Izakaya, bairro da Liberdade, comida japonesa

São Paulo: Izakaya é uma espécie de clube de saquê e shochu (aguardente típico do Japão), que oferta pequenas porções de comida para se beliscar enquanto se bebe. Esta casa da Rua Barão de Iguape não foge a regra: são diversas opções de saquê e aguardentes a base de batata e trigo. Para compensar as doses, solicite uma porção de entradinhas denomidadas Otoshi – que variam de acordo com o dia.

A Costela do Beco no Escondidinho

Costela do Beco, Escondidinho, restaurante, Centro do Rio

Rio de Janeiro: Inaugurado em 1947, o Escondidinho oferta um cardápio que vai muito além da costela, servindo outros clássicos como a rabada de terça e o Frango com Quiabo de quinta. Imagino que também sejam bem servidos e bons. Para mim, no entanto, é difícil ir lá e não resistir a Costela de boi.

Galeto 183, clássico restaurante da Rua de Santana

Galeto 183, Centro do Rio, Rua de Santana, botequim

Rio de Janeiro: o Galeto 183 é um lugar de comida boa, barata e farta. São muitas as opções do cardápio como o cozido, o cabrito, o galeto propriamente dito e os as peças de filé mignon. Porém sem dúvida merece destaque o Angu a Baiana – feito a partir da receita do antológico Angu do Gomes. Com clima descontraído, positivamente caótico e movimentado, é um bom programa para almoços durante a semana ou no sábado.