Pelos botequins do Centro do Rio – Casa Paladino
Rio de Janeiro: um passeio pelos botequins tradicionais do Centro
da Cidade
Rio de Janeiro: um passeio pelos botequins tradicionais do Centro
da Cidade
Rio de Janeiro: Após algumas voltas pela Praça Mauá, subimos a Rua Acre até o famoso Triângulo das Sardinhas
Rio de Janeiro: ficamos na sugestão. Surpresa! Uma bem servida porção de polvo frito, puxado no alho e acompanhado de arroz a brócolis. Estava uma delícia, tão bom que quase levantei da mesa para dar um abraço no garçom. Deu para dividir por dois numa boa, sem ficar na vontade de comer mais polvo.
Rio de Janeiro: devoramos a alheira tão rapidamente que quase não me recordo de ter comido. Como prato principal decidimos pedir um Polvo à Moda (cozido e depois frito, acompanhado de batatas coradas, tomate, pimentão, ovos e cebola).
Rio de Janeiro: Assistindo aos jogos da Copa entre dois clássicos de Copa.
Rio de Janeiro: o Pavão é um lugar simples que sabe fazer comidas simples se tornarem especiais.
Rio de Janeiro: acaso estejam buscando um lugar com legítimos ‘tapas’ portugueses na cidade do Rio, podem anotar o endereço: Rua Siqueira Campos, 138 loja A. A Adega Pérola reúne uma infinidade de opções em seu fantástico e comprido balcão, do qual é difícil conseguir tirar os olhos.
Rio de Janeiro: comidinha de braseiro no Atropelódromo.
Rio de Janeiro: por sua beleza, o mobiliário antigo como a velha geladeira de madeira e o bom serviço, eu acho que umas passagens periódicas por lá são válidas, mais para tomar uma cerveja descompromissada numa tarde da vida, do que pela comida, que tem lá seus altos e baixos, mas não vai além de boa
Rio de Janeiro: mal terminamos de pedir um salpicão e o prato já estava na mesa. O Cervantes deve ser o restaurante mais rápido do mundo.