Restaurante Alfaia, Copacabana
Rio de Janeiro: casa portuguesa já tradicional em Copacabana, com clima simpático e aconchegante e ótima comida. Podia ser mais barato, mas o paladar compensa. Servem os melhores mini bolinhos de bacalhau da cidade!
Rio de Janeiro: casa portuguesa já tradicional em Copacabana, com clima simpático e aconchegante e ótima comida. Podia ser mais barato, mas o paladar compensa. Servem os melhores mini bolinhos de bacalhau da cidade!
São Paulo: a receita de sucesso da Cantina do Piero é não inventar muita moda. As vezes o que mais quero é um ambiente tradicional para comer uma comida deliciosamente confortável, sem muita embromação, modernizes descoladas e conceitos mirabolantes.
Rio de Janeiro: de uma cidade que há alguns anos não tinha muitas opções de bares com cerveja artesanais, o Rio hoje é um verdadeiro paraíso para os amantes da bebida. O The Boua Kitchen Bar com suas 17 torneiras de chopp é mais um local a atender ao público que curte cervejas especiais e busca variar o paladar cervejeiro.
São Paulo: bastermá (carne desidratada, curada com feno grego, coloral, alho, sal e pimenta), Irishkit (embutido de carne bovina temperada com pimenta da jamaica, pimenta síria, feno grego, alho e cominho) e o Airan (refresco de coalhada delicioso, servido gelado em uma jarra) são alguns dos destaques do cardápio de armênio deste aprazivel restaurante na Vila Nova Conceição.
São Paulo: o que nunca sai de cena por ali é a pedida que se tornou uma das marcas registradas do lugar: sanduíche de pernil com ovo caipira montado num pão de queijo (R$ 12,00) – um troço simples, delicioso e genial. Creio que simples, delicioso e genial são adjetivos que se aplicam ao próprio Conceição Discos. Melhor de tudo, paga-se um preço justo por pratos que não se come todo dia, nem em qualquer lugar.
Rio de Janeiro: depois daquele glorioso cozido de terça comeria o resto semana no Gracioso se pudesse: na quarta a Dobradinha; na quinta a Feijoada e sexta o Polvo com Arroz à Brócolis. Ou, como meu amigo muito recomendou: a Carne Seca com Tutu à Mineira de todo o dia. Grande botequim!
São Paulo: o Tchulent que é apresentado como Feijoada Judaica. Não sei se é uma comparação apropriada, até porque nossa feijoada tem uns 300 anos de história, enquanto o Tchulent é milenar. Na verdade, o prato me lembrou um pouco o cozido português (sem as carnes de porco, claro) com consistência de dobradinha.
Tradicional restaurante de comida japonesa na Liberdade, o Porque Sim é conhecido pelos pratos quentes, incluindo um ótimo Katsu Curry.
Rio de Janeiro: tanto o arroz com brócolis como as batatas portuguesas estavam impecáveis! Imagina minha felicidade com aquela dupla maravilhosa. Diga-se de passagem, são as duas guarnições que mais amo culinária carioca.