Restaurante Mosteiro, no Centro do Rio de Janeiro
O Restaurante Mosteiro consegue manter um padrão muito bom em todos os pratos e ao longo dos muitos anos de sua história.
O Restaurante Mosteiro consegue manter um padrão muito bom em todos os pratos e ao longo dos muitos anos de sua história.
Inaugurado em 1958 o El-Gebal é um dos mais tradicionais restaurantes árabes do centro do Rio deJaneiro e da região da Saara.
O grande barato na gastronomia do Rio é aquilo que só o Rio tem: a sua culinária típica. Um misto entre o galego-português, o árabe, o nordestino e de outras culturas como a alemã e a francesa, que foram deixando rastros na cidade, ao longo de sua história. O pitoresco no Rio é o jeito simples e descontraído que o carioca tem para beber e comer. Principalmente a sua cultura de botequim e de balcão – que não encontra parâmetro em outras cidades brasileiras. São as coisas descompromissadas. O chope que é decidido do nada. A parada para jogar conversa fora no boteco da esquina. O beber em pé, onde lugar houver. Em grande parte esta seleção trás um pouco disto, pois é isto que eu gosto de fazer em minha cidade natal. É uma lista para ser atualizada periodicamente, acrescida de mais experiências pitorescas. Deixo claro que a ordem da lista é por lembrança, sem hierarquia de preferência. Mas está organizada por zonas da cidade do Rio de Janeiro.
Rio de Janeiro: o Rio Minho já era conhecido no tempo do Império por seu cardápio de frutos do mar. Anexo a casa há o boteco que os clientes chamam de Cabaça do Rio Minho, que oferta durante o almoço um cardápio a preços mais baratos. O longo balcão, com banquinhos fixos e de frente a Perimetral, lota todos os dias da semana. Entre as boas pedidas, um ótimo polvo com arroz a brócolis e coradas.
Rio de Janeiro: Inaugurado em 1947, o Escondidinho oferta um cardápio que vai muito além da costela, servindo outros clássicos como a rabada de terça e o Frango com Quiabo de quinta. Imagino que também sejam bem servidos e bons. Para mim, no entanto, é difícil ir lá e não resistir a Costela de boi.
Rio de Janeiro: o Galeto 183 é um lugar de comida boa, barata e farta. São muitas as opções do cardápio como o cozido, o cabrito, o galeto propriamente dito e os as peças de filé mignon. Porém sem dúvida merece destaque o Angu a Baiana – feito a partir da receita do antológico Angu do Gomes. Com clima descontraído, positivamente caótico e movimentado, é um bom programa para almoços durante a semana ou no sábado.
Rio de janeiro: a qualidade da comida e a fama do lugar são comprovadas pelo grande movimento de pessoas ao longo de toda à tarde, que encostam por ali para umas bocadas. O que importa ali fica atrás da vitrine do balcão: as grandes peças de pernil e tender.
Rio de Janeiro: o estilo mudou para sempre a maneira de servir o peixe na cidade do Rio de Janeiro, virando mesmo uma marca da gastronomia carioca: a sardinha aberta, empanada e frita. Justamente em um dos bares do Triângulo o chamado Frango Marítimo foi inventado. O nome, diz-se, foi dado por um freguês, cartunista, que ao observar o peixe aberto e empanado, achou semelhante ao peito da ave e assim desenhou um frango com escamas que definitivamente apelidou o prato. Caiu no gosto do povo.
Rio de Janeiro: Roteiro com alguns dos bares incluídos no tombamento de botequins realizado pela Prefeitura do Rio.
O Restaurante Al Kuwait é um tradicional árabe do Centro do Rio de Janeiro que serve a maior kafta que já testemunhei na vida.