O Braseiro mais charmoso de Copa
O Braseiro segue com seu inconfundível balcão em ziguezague com bancos fixos e a churrasqueira de onde saem os pratos mais famosos do local, o galeto e o filé.
O Braseiro segue com seu inconfundível balcão em ziguezague com bancos fixos e a churrasqueira de onde saem os pratos mais famosos do local, o galeto e o filé.
O Pavão Azul é um destino essencial da típica gastronomia botequinesca do Rio de Janeiro. As pataniscas e arroz de camarão são aguns dos destaques do cardápio.
Os sandubas estão no Cervantes desde que o bar de Copacabana era uma simples mercearia nos anos 50. Independente de qual pedir, não dispense o Abacaxi
Bem disse um amigo que a Adega Pérola deveria existir para sempre. Escutei suas sábias palavras degustando a porção de alho em conserva e Polvo a Vinagrete.
Rio de Janeiro: os preços são um pouco mais alto do que deveriam, mas o cardápio reserva algumas pedidas muito boas e deixa brechas para opções mais em conta. Na hora do almoço, por exemplo, os ótimos pratos de peixe alimentam tranquilamente uma família. Vale dar um tempo no pequeno balcão que dá para a Rua Xavier da Silveira e petiscar uma empada ou uma porção de polvo.
Rio de Janeiro: o grande lance da casa é a qualidade e o frescor dos produtos. Quem curte caranguejo, por exemplo, pode selecionar direto de um aquário onde os bichos ainda estão vivos. Em nossa passagem ao menos em duas oportunidades o bar também recebeu uma leva de peixes fresquíssimos – o que quase me levou a optar por partir para uma mesa e pedir um dos pratos do cardápio.
Para quem deseja um prato de massa caseira bacana a um preço bem em conta, a Cantina Donanna é o lugar certo e a definição perfeita de uma típica cantina.
O Galeto do Sat´s é um grande braseiro de Copacabana, com pedidas imperdíveis como o galeto de pele crocante, coração de frango, o pão de alho e farova de ovo.
Rio de Janeiro: no meio da inflação que toma os valores dos serviços no Rio de assalto, este restaurante simples e bom ainda mantém a faixa de preços de seus pratos, principalmente na hora do almoço, dentro de um patamar aceitável. Oferta algumas opções realmente interessantes de peixes e frutos do mar, além de pratos clássicos e confortáveis como strogonoff, filés de todo tipo, carne assada com purê e por ai vai.
O grande barato na gastronomia do Rio é aquilo que só o Rio tem: a sua culinária típica. Um misto entre o galego-português, o árabe, o nordestino e de outras culturas como a alemã e a francesa, que foram deixando rastros na cidade, ao longo de sua história. O pitoresco no Rio é o jeito simples e descontraído que o carioca tem para beber e comer. Principalmente a sua cultura de botequim e de balcão – que não encontra parâmetro em outras cidades brasileiras. São as coisas descompromissadas. O chope que é decidido do nada. A parada para jogar conversa fora no boteco da esquina. O beber em pé, onde lugar houver. Em grande parte esta seleção trás um pouco disto, pois é isto que eu gosto de fazer em minha cidade natal. É uma lista para ser atualizada periodicamente, acrescida de mais experiências pitorescas. Deixo claro que a ordem da lista é por lembrança, sem hierarquia de preferência. Mas está organizada por zonas da cidade do Rio de Janeiro.