Acrópolis, o restaurante grego mais antigo de São Paulo
O Acrópolis, no bairro do Bom Retiro, é o restaurante grego mais antigo de São Paulo. Fundado em 1959, é um verdadeiro patrimônio da gastronomia paulistana.
O Acrópolis, no bairro do Bom Retiro, é o restaurante grego mais antigo de São Paulo. Fundado em 1959, é um verdadeiro patrimônio da gastronomia paulistana.
Restaurante tradicional de culinária da Coréia no Bom Retiro, o New Shin La Kwan tem como grande destaque o churrasco coreano servido na brasa de carvão.
A Uri Omma Kimchi, no bairro do Bom Retiro é o que eu chamaria de templo sagrado do kimchi na cidade de São Paulo. Lá é possível provar diferentes versões de kimchi a partir de uma receita guardada há gerações pela famíla a frente do que eles denominam como uma mercearia coreana.
Representantes da gastronomia da Coréia, conheça 3 destinos tradicionais de São Paulo onde se pode comer um bom churrasco coreano.
O restaurante no Bom Retiro é especializado no popular caldo vietnamita, preparado a base do cozimento de ossos de boi e que leva macarrão de arroz e especiarias aromáticas frescas.
São Paulo: o lugar certo para se provar a versão coreana do sashimi é o Sashimi do Mar, na Rua Prates. Já tinha recebido recomendações sobre a qualidade e frescor do peixe servido por lá e realmente fiquei feliz com o almoço.
São Paulo: o Tchulent que é apresentado como Feijoada Judaica. Não sei se é uma comparação apropriada, até porque nossa feijoada tem uns 300 anos de história, enquanto o Tchulent é milenar. Na verdade, o prato me lembrou um pouco o cozido português (sem as carnes de porco, claro) com consistência de dobradinha.
O falafel é servido no pão (R$ 22,00) ou no prato (R$ 25,00) com vinagrete de tomate e pepino, picles de berinjela, pepino chucrute regado com uma farta camada de Tahina. A diferença entre o prato e o lanche está apenas no tamanho (no prato vem mais bolinhos). Para quem tem dúvidas em pedir no prato ou não pão, a sugestão é: peça no prato e monte você mesmo o seu sanduíche, curtindo um pouco no pão e um pouco no prato.
São Paulo me causa enorme angústia por sua imensidão de possibilidades gastronômicas. A sensação que me dá e a de sempre estar engatinhando, distante de conhecer tudo o que a metrópole oferta de experiências. Mas é tão bom ter sempre algo novo a conhecer e de se surpreender! Em comemoração aos três anos de Diários Gastronômicos (completos em 9 de janeiro de 2013), resolvi publicar meu pequeno guia experiências gastronômicas pitorescas em São Paulo – nascido de anotações que faço em meus cotidianos na cultura do comer. Há mais faltas do que presenças nesta lista. Mas estejam certos de que ela será acrescida, mês a mês, de mais experiências para se curtir a gastronomia de Sampa. Deixo claro que a ordem da lista é por lembrança, sem hierarquia de preferência. Mas está organizada por zonas da cidade de São Paulo.
São Paulo: junto comigo, a esquerda na foto, está o grego Thrassyvoulos Georgios Petrakis. O nome é este mesmo, mas acho que poucos conseguem pronunciar. Talvez por isto este simpático e sorridente senhor seja mais conhecido pelos clientes e amigos como Seu Trasso. Seu Trasso não parece muito preocupado com a crise na Grécia cuidando, feliz, do restaurante Acrópoles – clássica casa do Bom Retiro em São Paulo