Restaurante Alfaia, Copacabana
Rio de Janeiro: casa portuguesa já tradicional em Copacabana, com clima simpático e aconchegante e ótima comida. Podia ser mais barato, mas o paladar compensa. Servem os melhores mini bolinhos de bacalhau da cidade!
Rio de Janeiro: casa portuguesa já tradicional em Copacabana, com clima simpático e aconchegante e ótima comida. Podia ser mais barato, mas o paladar compensa. Servem os melhores mini bolinhos de bacalhau da cidade!
São Paulo: a receita de sucesso da Cantina do Piero é não inventar muita moda. As vezes o que mais quero é um ambiente tradicional para comer uma comida deliciosamente confortável, sem muita embromação, modernizes descoladas e conceitos mirabolantes.
São Paulo: bastermá (carne desidratada, curada com feno grego, coloral, alho, sal e pimenta), Irishkit (embutido de carne bovina temperada com pimenta da jamaica, pimenta síria, feno grego, alho e cominho) e o Airan (refresco de coalhada delicioso, servido gelado em uma jarra) são alguns dos destaques do cardápio de armênio deste aprazivel restaurante na Vila Nova Conceição.
São Paulo: o que nunca sai de cena por ali é a pedida que se tornou uma das marcas registradas do lugar: sanduíche de pernil com ovo caipira montado num pão de queijo (R$ 12,00) – um troço simples, delicioso e genial. Creio que simples, delicioso e genial são adjetivos que se aplicam ao próprio Conceição Discos. Melhor de tudo, paga-se um preço justo por pratos que não se come todo dia, nem em qualquer lugar.
Rio de Janeiro: depois daquele glorioso cozido de terça comeria o resto semana no Gracioso se pudesse: na quarta a Dobradinha; na quinta a Feijoada e sexta o Polvo com Arroz à Brócolis. Ou, como meu amigo muito recomendou: a Carne Seca com Tutu à Mineira de todo o dia. Grande botequim!
São Paulo: o Tchulent que é apresentado como Feijoada Judaica. Não sei se é uma comparação apropriada, até porque nossa feijoada tem uns 300 anos de história, enquanto o Tchulent é milenar. Na verdade, o prato me lembrou um pouco o cozido português (sem as carnes de porco, claro) com consistência de dobradinha.
Tradicional restaurante de comida japonesa na Liberdade, o Porque Sim é conhecido pelos pratos quentes, incluindo um ótimo Katsu Curry.
Rio de Janeiro: tanto o arroz com brócolis como as batatas portuguesas estavam impecáveis! Imagina minha felicidade com aquela dupla maravilhosa. Diga-se de passagem, são as duas guarnições que mais amo culinária carioca.
Sou fã do ICI Bistrô, que considero um dos melhores restaurantes de comida francesa de São Paulo. No ICI Brasserie, os sócios – entre eles o chef Benny Novak – propuseram um ambiente mais descontraído (não necessariamente com preços mais em conta), sem deixar de reunir no cardápio alguns clássicos de sotaque parisiense como no bistrô de Higienópolis.
São Paulo: o Arais é tão fácil de se gostar, tão simples e tão bacana que só pode ser definido mesmo como uma ideia genial. É um dos grandes sanduíches paulistanos, sem dúvida.