O Pão de Queijo Haddock Lobo
Casquinha crocante, massa muito leve e aquele recheio bem temperado de vento e vapor quente. Realmente uma maravilha!
Casquinha crocante, massa muito leve e aquele recheio bem temperado de vento e vapor quente. Realmente uma maravilha!
Antigo botequim de esquina, o Goya Beira é um dos mais belos bares do Rio de Janeiro em minha opinião. Fica no charmoso Largo das Neves, em Santa Teresa.
São Paulo: o autêntico bar prova que em São Paulo ainda é possível encontrar bons botequins numa terra tomada de botecos chiques sem personalidade.
Rio de Janeiro: o Galeto 183 é um lugar de comida boa, barata e farta. São muitas as opções do cardápio como o cozido, o cabrito, o galeto propriamente dito e os as peças de filé mignon. Porém sem dúvida merece destaque o Angu a Baiana – feito a partir da receita do antológico Angu do Gomes. Com clima descontraído, positivamente caótico e movimentado, é um bom programa para almoços durante a semana ou no sábado.
São Paulo: é um lugar bastante singelo, para os que curtem um astral botequinesco. O cardápio reserva dezena de opções de petiscos de carnes a frutos do mar. Muitos ficam expostos no longo balcão. Um dos carros chefes da casa é a lingüiça calabresa conhecida como Joana D´arc, assada sobre álcool. Com preços módicos, bom atendimento e clima aconchegante, o A Juriti entrou para a minha lista de botecos de ouro da cidade.
São Paulo: a fama do Rong He passa antes de tudo pela massa, que é preparada na hora, bem aos olhos dos clientes. Estes, encantados, põem-se em frente à grande vitrine defronte a cozinha, donde é possível observar a equipe de chineses da casa com a mão no serviço. Produzindo ali mesmo os bolinhos, o macarrão e outros tipos de iguarias a base da massa fresquinha. Como não poderia deixar de ser, o resultado é uma comida de ótima qualidade. Melhor, por um preço muito ok.
São Paulo: a casa completa 85 anos em 2012 e segue nas mãos de uma mesma família até hoje. Foi aberta em 1927, com nome de Empório Cabral, pelo português Marcelino Cabral, como um armazém típico de venda de produtos a granel e de primeira necessidade, numa região de São Paulo ainda quase rural. Em meados dos anos 80 o estabelecimento passou para as mãos dos netos do fundador, Hugo e Emiliana, que terminaram o processo de metamorfose do armazém para um botequim. Surgiu aí o Botequim do Hugo. Até hoje eles tocam, com esmero, o negócio familiar.
Rio de Janeiro: o estilo mudou para sempre a maneira de servir o peixe na cidade do Rio de Janeiro, virando mesmo uma marca da gastronomia carioca: a sardinha aberta, empanada e frita. Justamente em um dos bares do Triângulo o chamado Frango Marítimo foi inventado. O nome, diz-se, foi dado por um freguês, cartunista, que ao observar o peixe aberto e empanado, achou semelhante ao peito da ave e assim desenhou um frango com escamas que definitivamente apelidou o prato. Caiu no gosto do povo.
São Paulo: o Estadão já está naquela esquina há mais de quarenta anos funcionando 24h por dia. Serve um dos maiores ícones gastronômicos de São Paulo, o famoso sanduíches de pernil. O tradicional, sem queijo, é acompanhado de cebolas e tomates verdes, preparado no pão francês. A cara é de lanchonete, mas o espírito de boteco.
Rio de Janeiro: o cardápio carrega a herança e o sotaque português do casal comandante da nau: Gertrude e Alberto da Conceição. Eles são os responsáveis pelas iguarias e o tempero bem acertado do pernil. Também saem da mini cozinha os famosos bolinhos de camarão com catupiry e algumas outras especialidades como coxinha de galinha com osso e tudo.