Bar do Luiz Nozoie, clássico boteco de São Paulo
São Paulo: o autêntico bar prova que em São Paulo ainda é possível encontrar bons botequins numa terra tomada de botecos chiques sem personalidade.
São Paulo: o autêntico bar prova que em São Paulo ainda é possível encontrar bons botequins numa terra tomada de botecos chiques sem personalidade.
São Paulo: estou quase certo de que, ao menos no Brasil, não provei um ceviche clássico melhor do que o do Suri.
São Paulo: é um lugar bastante singelo, para os que curtem um astral botequinesco. O cardápio reserva dezena de opções de petiscos de carnes a frutos do mar. Muitos ficam expostos no longo balcão. Um dos carros chefes da casa é a lingüiça calabresa conhecida como Joana D´arc, assada sobre álcool. Com preços módicos, bom atendimento e clima aconchegante, o A Juriti entrou para a minha lista de botecos de ouro da cidade.
São Paulo: ao entrar neste clássico botequim do tradicional bairro da Mooca você vai se deparar com um dos mais fantásticos balcões de acepipes da cidade. São dezenas de opções entre embutidos de vários tipos e tamanhos, frutos do mar, queijos, pastas e antepastos de influência italiana como berinjelas, abobrinhas em conserva e salames diversos.
Rio de Janeiro: o estilo mudou para sempre a maneira de servir o peixe na cidade do Rio de Janeiro, virando mesmo uma marca da gastronomia carioca: a sardinha aberta, empanada e frita. Justamente em um dos bares do Triângulo o chamado Frango Marítimo foi inventado. O nome, diz-se, foi dado por um freguês, cartunista, que ao observar o peixe aberto e empanado, achou semelhante ao peito da ave e assim desenhou um frango com escamas que definitivamente apelidou o prato. Caiu no gosto do povo.
São Paulo: o clássico e singelo botequim-restaurante foi inaugurado em 1967 e permanece fiel a seu estilo despojado, sem frescuras. No cardápio, uma série de ótimos acepipes do mar de Polvo a vinagrete, passando por sardinhas, mexilhões e atum, além de pedidas mais exóticas com rã. Tudo muito bem preparado e por um preço bem justo. A casa me conquistou de cara e entrou para minha lista dos prediletos na cidade.
São Paulo: o restaurante foi inaugurado em 1959 e posteriormente adquirido por um dos garçons, já em 1972, o grego Trassyovoulos Petrakis, mais conhecido como Seu Trasso (se eu tiver escrito o nome errado, me perdoem, mas esse é difícil). Hoje se trata de um dos mais tradicionais restaurantes de São Paulo. A fama é completamente justificada, pois a casa reúne boa cozinha, um ambiente alegre e preços justos.
Rio de Janeiro: Bar do Peixe, Bar Peixe & Cia, Estação do Peixe. Três botecos lado a lado na Rua André Cavalcante, no Bairro de Fátima. Um mini complexo de bares de peixe que lota quase todos os dias da semana talvez pela conjunção de três fatores essenciais: preço baixo, comida honesta e cerveja gelada. Mas ao chegar para almoçar na área, qual afinal escolher? É difícil decidir, gostei mais do bar do meio, porém escuto elogios variados de pessoas que confio.
O D´Amici é um respeitável e tradicional restaurante italiano do bairro do Leme. É formal, mas por outro lado tem certo jeitão de bairro.
Rio de Janeiro: um botequim de Copacabana que serve um arroz de polvo melhor do que o do Pavão Azul? Ancora Copacabana Bar é o nome da casa. Um boteco pequeno e charmoso no alto da Siqueira Campos sob o comando do ex-cozinheiro do Siri Mole, Tião. Foi com a experiência na cozinha do restaurante do Posto 06 que Tião desenvolveu alguns pratos de frutos do mar – como bobó e moqueca – para deleite dos seus clientes no Ancora.